Adriana Mattos | Valor
Os projetos de outlets têm passado por ajustes no Brasil. Após a euforia dos anúncios no setor no ano passado, pelo menos duas das principais empresas que investem no negócio já adiaram a inauguração de seus empreendimentos, a JHSF e a BR Malls. Atrasos relacionados à obtenção de licenças explicam os adiamentos enfrentados pela JHSF. Já na BR Malls, a informação é de que a parceira da empresa, a americana Simon Property Group*, decidiu rever seus projetos no país, e apurou o Valor, pode reduzir os seus investimentos no Brasil.
sexta-feira, dezembro 13
sábado, dezembro 7
terça-feira, novembro 19
Sinal dos tempos
Depois de anos de rápida expansão de suas redes, os maiores bancos privados do país reveem seus planos de abertura de novas agências. Até junho o Brasil tinha 22.557 agências bancárias. Hoje a estratégia é fazer com que as agências existentes tenham melhor performance. E exceção é a Caixa, que deve abrir 418 novas agências, em 2014, sendo a maioria na região norte e nordeste.
quarta-feira, novembro 13
Lopes Brasil tem o melhor trimestre em intermediações
A Lopes Brasil registrou o melhor trimestre em intermediações no mercado secundário. A empresa anunciou que o total de intermediações atingiram R$ 4,5 bilhões no final do terceiro trimestre de 2013. As intermediações no mercado secundário atingem R$ 1,3 bilhão neste período.
Apple divulga imagens da futura sede
Nesta semana, foram divulgadas novas imagens que mostram como será a nova sede da Apple na cidade de Cupertino (EUA).
O prédio principal, já apelidado de "disco voador", abrigará cerca de 12 mil funcionários. O custo total da obra será de cerca de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões), segundo a revista BusinessWeek. A construção deve começar no ano que vem.
O prédio principal, já apelidado de "disco voador", abrigará cerca de 12 mil funcionários. O custo total da obra será de cerca de US$ 5 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões), segundo a revista BusinessWeek. A construção deve começar no ano que vem.
quinta-feira, outubro 3
Um brasileiro na 5ª Avenida
Os apartamentos no trecho da 5ª Avenida que margeia o lado leste do Central Park, em Nova York, estão entre os mais cobiçados endereços residenciais do mundo. Enquanto o Upper West Side é conhecido por ser a região de preferência dos milionários da indústria do entretenimento, como músicos e cineastas, no Upper East Side, onde está localizada a avenida, moram os grandes tomadores de decisão do mundo empresarial.
Abecip aponta alta de 27,7% no crédito imobiliário em agosto
Os empréstimos para construção e aquisição de imóveis atingiram R$ 10,51 bilhões em agosto, montante 5,5% acima de julho e 27,7% superior a agosto de 2012, de acordo com pesquisa divulgada ontem pela Associação Brasileira das entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
terça-feira, agosto 20
Respostas às perguntas frequentes de compradores e vendedores estrangeiros de imóveis, em NYC
Estrangeiros podem comprar imóveis nos EUA?
Ao comprar um imóvel em Nova Iorque, quais os impostos que um estrangeiro precisa pagar?
Ao vender um imóvel em Nova Iorque, quais os impostos que um estrangeiro precisa pagar?
Ao comprar um imóvel em Nova Iorque, quais os impostos que um estrangeiro precisa pagar?
Ao vender um imóvel em Nova Iorque, quais os impostos que um estrangeiro precisa pagar?
O que é o imposto sobre sucessão (Death Tax) e os estrangeiros são obrigados a pagá-lo?
Quais são as vantagens e desvantagens de comprar como pessoa física ou por uma LLC?
O que é um Tratado de Ordem Tributária e como isto afetará minha responsabilidade tributária?
O que é um Tratado de Ordem Tributária e como isto afetará minha responsabilidade tributária?
Cobertura de Madoff à venda em Nova York
NOVA YORK - A luxuosa cobertura de dois andares onde o investidor Bernard Madoff viveu em Nova York foi colocada à venda pelo atual proprietário por US$ 17,2 milhões. O apartamento de 370 metros quadrados está localizado em um prédio do ano 1927, no sofisticado bairro de Upper East Side, em Manhattan. O local fica próximo ao Central Park e é um dos mais caros dos Estados Unidos.
sábado, julho 20
Porque comprar imóveis nas grandes metrópoles?
Com mais de 8,3 milhões de pessoas, a cidade de Nova Iorque é a mais populosa dos Estados Unidos. Apesar de toda a crise que se abateu sobre a “Big Apple”, ela é ainda um dos maiores centros comerciais, financeiros e culturais do mundo e sua influência na política, educação, entretenimento, mídia, moda e arte contribui para seu status como uma das cidades mais globais do planeta. Qualidade de vida, rendas familiares extremamente altas e vastas oportunidades e atividades culturais e de entretenimento, são comum em NYC e a tornam uma das mais desejadas cidades para se viver.
segunda-feira, julho 15
Prejuízo nos detalhes
Para evitar gastos desnecessários ao alugar um imóvel, inquilinos devem fazer uma vistoria minuciosa, antes de entrar na moradia. Fechaduras funcionando, piso em bom estado, paredes recém-pintadas. É importante observar esses detalhes e colocá-los em contrato, assinados pelo locador e pelo locatário. É essa vistoria que protege as partes e determina o que precisará se fazer quando devolver o imóvel alugado. Mas há uma regra básica: vícios ocultos, como problemas hidráulicos e elétricos, ficam a cargo do proprietário e podem ser informados em até 30 dias após a entrada no imóvel.
Pela lei do inquilinato, o imóvel deve ser entregue como foi recebido. E o que determina é o auto de vistoria inicial, que faz parte do contrato. Se está previsto pintar, tem que pintar, inclusive, da cor que consta. As obras, mesmo as benfeitorias feitas ao imóvel, senão tiveram autorização do proprietário / locador, precisam ser retiradas e o imóvel tem que voltar ao estado original. Além do bom diálogo entre locador e locatário é importante que as partes tenham bom senso e estejam assessoradas por uma empresa imobiliária na hora da contratação.
Pela lei do inquilinato, o imóvel deve ser entregue como foi recebido. E o que determina é o auto de vistoria inicial, que faz parte do contrato. Se está previsto pintar, tem que pintar, inclusive, da cor que consta. As obras, mesmo as benfeitorias feitas ao imóvel, senão tiveram autorização do proprietário / locador, precisam ser retiradas e o imóvel tem que voltar ao estado original. Além do bom diálogo entre locador e locatário é importante que as partes tenham bom senso e estejam assessoradas por uma empresa imobiliária na hora da contratação.
Os desenhos de Oscar
O Globo, Ancelmo Gois, 15/jul
Mais de cinco mil desenhos e plantas do arquiteto Oscar Niemeyer serão digitalizados e colocados à disposição do público em quatro meses. O trabalho, comandado pela Fundação Oscar Niemeyer, será bancado pelo Itaú Cultural e vai custar RS 650 mil. Entre os documentos, estão as plantas (veja na ilustração), que Niemeyer fez para o projeto do Aeroporto de Brasília.
Mas...
O projeto do grande arquiteto para o aeroporto acabou não saindo do papel. Apresentado em 1965, os militares acharam muito esquisito um aeroporto redondo. Que falta de imaginação dos nossos militares...
Mais de cinco mil desenhos e plantas do arquiteto Oscar Niemeyer serão digitalizados e colocados à disposição do público em quatro meses. O trabalho, comandado pela Fundação Oscar Niemeyer, será bancado pelo Itaú Cultural e vai custar RS 650 mil. Entre os documentos, estão as plantas (veja na ilustração), que Niemeyer fez para o projeto do Aeroporto de Brasília.

Mas...
O projeto do grande arquiteto para o aeroporto acabou não saindo do papel. Apresentado em 1965, os militares acharam muito esquisito um aeroporto redondo. Que falta de imaginação dos nossos militares...
quinta-feira, julho 11
quinta-feira, julho 4
Demanda segue firme para imóveis
Esse foi o patamar registrado nos últimos meses pelo Índice FipeZap. Em junho, por exemplo, foi registrado aumento de 1,1% no Índice Fipe ampliado ante o preço médio de maio. O Índice FipeZap é calculado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em parceria com o Zap a partir de imóveis prontos anunciados na internet.
“Em média, os preços subiram menos no primeiro semestre do que tinham aumentado no mesmo período do ano passado”, disse Schaeffer. No primeiro semestre, o Índice FipeZap ampliado apontou para alta de 6,1% no preço do metro quadrado anunciado de imóveis, para R$ 6,824 mil.
O comportamento dos preços não ocorreu de forma homogênea nos diversos mercados. No período, as maiores altas foram registradas em Curitiba (14,3%) e no Rio de Janeiro (7,7%). Já Brasília apresentou variação positiva de apenas 0,7%. Curitiba teve também a maior alta, em junho, de 3,8%. No mês, houve queda de 0,3% em Belo Horizonte.
O executivo do Zap disse esperar que os preços dos imóveis continuem a ter valorização superior à de outros investimentos do mercado. Segundo Schaeffer, ainda vale a pena comprar imóveis para investir, mas o retorno do investimento passou a ter prazo mais longo.
Na avaliação do coordenador da pesquisa do Índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn, se houver deterioração do mercado de trabalho, a demanda por imóveis poderá ser afetada, assim como a pressão de preços. “Mas isso não ocorrerá de forma brusca”, disse o coordenador do levantamento.
Zylberstajn citou que, nos últimos anos, a alta de preços de imóveis resultou da combinação de bônus demográfico – aumento do número de famílias -, da oferta de crédito e do crescimento do poder aquisitivo das famílias.
Autor: Chiara Quintão
Fonte: Valor
terça-feira, junho 25
Londres é a cidade europeia mais cara para se morar
Se você ainda acha que São Paulo é uma cidade cara para se comprar um imóvel, faça uma pesquisa de preços nas cidades européias na sua próxima viagem. A consultoria Deloitte, fez um levantamento das metrópoles européias e os preços, por lá, ainda sobem em velocidade surpreendente.
Ações na Justiça por problema com aluguel caem 12% em SP, diz Secovi
O número de ações relativas a aluguel de imóveis residenciais e comerciais caiu 12,3% em maio na cidade de São Paulo em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram 1.790 ações agora contra 2.040 em maio do ano passado, segundo levantamento do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Em relação a abril deste ano, quando houve 2.100 processos, a queda foi de 14,8%. Cerca de 83% das ações em maio foram motivadas pelo atraso dos inquilinos.
Ainda de acordo com o Secovi-SP, a queda nas ações foi de 7,2% nos primeiros cinco meses de 2013 na comparação com o mesmo período de 2012. Foram registradas 8.347 ações desse tipo entre janeiro e maio deste ano, contra 8.998 entre janeiro e maio de 2012.
“A principal razão para a diminuição no número de processos é que desde 2010 eles estão bem mais rápidos. Antes, uma ação de despejo por falta de pagamento em São Paulo demorava em média 14 meses e hoje leva cerca de 7 meses”, diz Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP.
Segundo ele, a agilidade aumenta a pressão sobre o inquilino devedor, que acaba se esforçando mais para tentar um acordo com o dono do imóvel sem ter que enfrentar o processo.
A ação de despejo, que determina a desocupação forçada da casa ou apartamento, é a punição para quem não paga o aluguel. Além disso, o nome do devedor entra automaticamente nos registros de serviços de proteção ao crédito, como o SCPC e o Serasa.
A ação, porém, é suspensa se o inquilino apresentar uma prova de que quitou a dívida. Essa prova pode ser um recibo (emitido pela administradora do condomínio ou pelo proprietário) ou um comprovante de depósito em banco.
Para evitar prejuízos, o dono do imóvel precisa ser cuidadoso com o contrato. “Tudo é combinado quando se assina”, diz Jaques. De acordo com ele, o documento deve sempre prever alguma garantia para o proprietário, como fiança, um depósito de até três aluguéis ou seguro. Assim, quando o inquilino não paga, o dono não fica sem dinheiro.
Em média o custo do aluguel residencial varia de 0,4% a 0,8% do valor da casa ou apartamento. Segundo especialistas, esse total não deve ser superior a 30% da renda mensal da família que aluga o imóvel.
Fonte: UOL
Por Isabela Noronha
segunda-feira, junho 10
Busca de imóvel pela Web triplica em cinco anos
Ficar sem acesso à internet hoje, para a maioria das pessoas, é uma situação quase impossível. Esse conglomerado mundial de redes de comunicação faz parte do dia a dia das pessoas tanto como ferramenta de trabalho quanto para facilitar ações rotineiras desde a consulta de saldos bancários até o e-commerce, ou comércio eletrônico, dos mais variados produtos, inclusive imóveis.
quinta-feira, março 14
Hora do Planeta 2013
O QUE É?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.
QUANDO?
Sábado, dia 23 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes e participe da Hora do Planeta 2013.
ONDE?
No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2012, mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo apagaram as luzes durante a Hora do Planeta.
domingo, janeiro 27
Prédios de grife
São Paulo está mudando e para melhor. Em alguns bairros nobres da capital, como Itaim, Vila Madalena, Alto da Lapa e Vila Nova Conceição, os novos projetos imobiliários em construção (alguns já entregues) inovam no conceito arquitetônico, dando uma nova roupagem a adensada cidade. Assinados por renomados arquitetos, como Daniel Libeskind, Isay Weinfeld, Gui Mattos, Jonas Birger e Patricia Anastassiadis, entre outros, os novos edifícios primam pela estética aliada ao conforto e a sustentabilidade. São Paulo, aos poucos, vai se tornando uma cidade mais vibrante, contemporânea, assim como já ocorre nos Estados Unidos e em alguns países da Europa, onde a arquitetura é um valor e não um custo.
sexta-feira, janeiro 25
quinta-feira, janeiro 24
Como comprar imóveis em outros países?
Vale dizer que os imóveis nesses paises (EUA, Austrália e Africa do Sul) representam o maior bem que um cidadão normal terá na vida, o que produz segurança e valorização ao longo dos anos. Como tal, o mercado é ultra regrado para evitar fraudes e desonestidades, mas nem por isso deixa de ser bem especulativo, como é o caso dos preços super inflados em Sydney, em relação ao resto do país e da questão da bolha imobiliária (Sub-Prime) que ocorreu em todo os Estados Unidos e em muitos países da Europa. Mas sobre a bolha e sobre a particularidade do mercado na Austrália, falarei outro dia, mesmo porque é uma questão do mercado financeiro, de Bancos e no caso da Austrália do mercado de leilões. Sim, muitos imóveis são vendidos através de leilão.
O que são Real Estate Agencies
Significa Agências de Imóveis ou uma Imobiliária. Provavelmente você terá contato com alguma, caso pretenda alugar ou comprar um imóvel nessas cidades.
O corretor (Real Estate Agent), sempre sorrindo e bem vestido, lhe atenderá prontamente principalmente se seu objetivo for o de comprar ou vender um imóvel. Torcem um pouco o nariz, se você pretende apenas alugar um imóvel, mas atendem. Só não espere que os corretores te levem para um "tour" pela cidade, se o seu desejo for o de alugar. No máximo te mostram 2 ou 3 imóveis (de preferência no mesmo edifício, rsrs).
Para se tornar um Real Estate Agent (corretor), a pessoa tem que fazer um curso específico, e depois obter uma licença para exercer a profissão. A coisa é séria, ultra organizada e bastante fiscalizada pelos orgãos competentes locais. Vale lembrar que o mercado de imóveis nesses países é simplesmente um dos maiores mercados em relação ao PIB local (Produto Interno Bruto) e ao redor dele giram uma gama de profissões que garantem empregos para uma variedade de setores, tais como para Construtores, Incorporadores, Bancos, Seguradoras, Investidores, sem contar a extensa mão de obra envolvida, como Pedreiros, Encanadores, Pintores, Carpinteiros, Advogados, Avaliadores, e Corretores, isso só para citar alguns. No sentido da palavra, é um mercadão.
Por lei não é necessário usar um Real Estate, para comprar, vender, ou alugar um imóvel, e a transação pode ser efetuada diretamente pelas partes interessadas. Porém, 99,9% da população usa os serviços de algum Real Estate. Por conta disso, você encontra-os em grande quantidade, em cada bairro. Os principais serviços oferecidos por eles, vão desde a intermediação na compra e venda de um imóvel, passando pela administração de aluguéis, compra e venda de negócios, leilões de imóveis residenciais, comerciais e industriais, além de outras coisas mais.
Você encontrará agências que são especializadas em uma única área, como na de aluguéis por exemplo, ou em leilões, ou uma que só negocia galpões industriais. Mas a maioria são multinacionais com filiais no mundo todo e têm vários setores, cada qual especializado numa área do mercado. Muitas das lojas de Real Estate que você vai ver na rua, funcionam como franqueadas de grandes, e tocadas por marido e mulher, com a ajuda de alguns funcionários e corretores.
O primeiro passo para contatar um Real Estate, é dar uma volta até a esquina, ou ao centro comercial do bairro. Você vai achar pelo menos um par deles. A maioria dos clientes interessados em aquisição de uma propriedade entra em todas as imobiliárias que encontrar (rsrs). Isso se deve por 2 motivos: (i) cada agência possui uma listagem diferente das ofertas de imóveis naquela área, pois o mercado funciona com o conceito de exclusividade. Cada corretor e imobiliária tem a sua carteira exclusiva de imóveis. Isso vale tanto para compra, venda, ou aluguel.(ii) as vitrines das lojas de Real Estate, são decoradas com fotos e descrições dos imóveis que tem para oferecer e isso estimula as pessoas a entrarem na imobiliária, porque sabem que lá dentro a listagem é bem maior.
Na maioria das cidades mundo afora, os anúncios são feitos em mídia impressa - os jornais de sábado (sim, lá os classificados são sábado, para visitarem no domingo, porque assim as pessoas ganham mais tempo). Nesse dia, os jornais trazem um caderno enorme, lotado de fotos de imóveis para todos os gostos e usos. Se tirar esse caderno, o jornal quase que some, ficando bem fininho.. rsrs
Para quem não se encontra na cidade as consultas na internet te dão milhares de opções. Exemplo, tecle na Google "Real Estate Brisbane" a Google chega a engasgar tal o tamanho da listagem, rsrs, tem uma imobiliária em cada esquina. Mas o bacana dessa história é que os clientes respeitam muito o trabalho dos corretores e sabem que tempo é dinheiro pra todo mundo. Então são muito objetivos e dizem logo:se gostam do imóvel ou não.
Broker
Existe também a figura do Broker que é uma espécie de Agente de muitos Real Estate Agent. Você vai encontrar Brokers para todo o tipo de situação. Ele é uma espécie de gerentão que tem contatos com muitos corretores e então depura o negócio. Por exemplo, se quiser comprar o ponto ou o imóvel de uma padaria, restaurante ou algum negócio, em geral se procura um Business Broker. O Broker vai investigar dentre vários Real Estates, e saber quem tem o quê, e quanto cada um quer pelo negócio.
Real Estate Brokers assim como os Real Estate Agents, atuam em todas as áreas do setor imobiliário. Mas o Real Estate Broker cobra a comissão de quem vende ou aluga o Imóvel (chamado de Landlord ou Proprietor) e não do Interessado em comprar ou alugar. O Broker, nesse caso, divide a comissão com o Real Estate que ofereceu a listagem. Em resumo: um representa o proprietário e o outro o cliente.
Nota: Se você estiver interessado num imóvel residencial para alugar, procure um Real Estate somente, pois Brokers não se metem muito em aluguéis residenciais (é café pequeno). Mas mesmo assim existe Broker para tudo. Na maioria dessas cidades, qualquer um pode comprar um imóvel, incluindo os estrangeiros e até estudantes internacionais. Não tem lei que possa impedir. Mas para receber financiamentos, aí depende de outros fatores.
segunda-feira, janeiro 21
Atitudes de um sommelier
A profissão de Sommelier e do Corretor de imóveis
O sommelier é um profissional de hotelaria e buffet. Mas o que isso tem haver com corretores de imóveis Calma que vou explicar...
Sempre que vou a restaurantes observo como o sommelier trabalha e algumas vezes vejo nitidas semelhanças com a profissão de corretor de imóveis. Sommelier é o especialista que aconselha o cliente na escolha de vinhos e outras bebidas e garante seu correto serviço. Dependendo de suas responsabilidades e experiências, ele compra, gerencia e promove a venda de tais produtos. O corretor de imóveis faz mesma coisa, mudando somente o produto, de bebidas para terrenos, casas, apartamentos, etc. E da compra destes, para a captação de imóveis.
Seja imóvel ou vinho, esses profissionais precisam escolher o produto adequado à personalidade e ao "bolso" do cliente. Por isso mesmo tem participação ativa no resultado da organização, afinal a satisfação do cliente por fim está ligada intimamente a questão de "custo x benefício". Todos desejam ter o melhor a um preço justo. Saber lidar com essa dualidade é que diferencia um bom profissional do outro.
Sobre a questão de preços dos produtos, os imóveis e os vinhos tem mais semelhanças do que imaginamos. Veja: ambos estão intimamente ligado a local de sua produção. Vinhos do velho mundo, vinhos do novo mundo. Clássicos ou contemporanêos. Assim como o terroir está para o vinho, a localização do imóvel é fator importante na formação de preço. Não é por acaso que alguns dos mais exclusivos imóveis de São Paulo, tem o mesmo nome de batismo (Edifícios Margaux e Lafite) que os vinhos Premiers Grands Crus produzidos na região de Bordeaux, na França (Haut-Brion • Lafite Rothschild • Latour • Margaux • Mouton Rothschild).
Um corretor de imóveis, assim como o sommelier, tem que ser capaz de mostrar conhecimento profissional e autoconfiança, resultantes do seu treinamento e da sua experiência para prestar as melhores orientações.
Tanto o sommelier quanto o corretor de imóveis, devem ser capazes não só de sugerir o melhor produto para seus clientes mas também servi-lo com cuidado e atenção, tendo a habilidade de compreender as exigências dele, para tomar a atitude mais adequada, sem ser hostil, altivo ou subserviente. Por isso ambas as profissões são ricas em aspectos técnicos e humanos e exigem um alto nível de sensibilidade, num esforço constante para satisfazer plenamente ao desejo do cliente, com empenho e paixão.
Por vezes tanto o corretor, quanto o sommelier foram considerados autodidatas. Atualmente esse quadro tem deve ser visto sob uma outra ótica, como um profissional que atingiu alto grau técnico executando tarefas bem definidas e solucionando problemas específicos. Inclusive na relação que se estabelece com clientes e colegas, as quais devem ser sempre éticas, impondo a máxima discrição. Ciente dessas responsabilidades a busca constante de atualização de habilidades e conhecimentos torna-se imprescindível. O resultado do trabalho de ambos, sommelier e corretor de imóveis, é proporcional a sua preparação e as suas qualidades humanas.
Se conselhos valem, então aqui fica um de um corretor que adora vinhos: "conheça bem o "terroir" onde se localizam os imóveis que o seu cliente procura e não esqueça de "degustá-los" (entenda visitá-los) , antes de oferecer ao seu cliente. De resto, boas vendas e saúde!!
O sommelier é um profissional de hotelaria e buffet. Mas o que isso tem haver com corretores de imóveis Calma que vou explicar...
Sempre que vou a restaurantes observo como o sommelier trabalha e algumas vezes vejo nitidas semelhanças com a profissão de corretor de imóveis. Sommelier é o especialista que aconselha o cliente na escolha de vinhos e outras bebidas e garante seu correto serviço. Dependendo de suas responsabilidades e experiências, ele compra, gerencia e promove a venda de tais produtos. O corretor de imóveis faz mesma coisa, mudando somente o produto, de bebidas para terrenos, casas, apartamentos, etc. E da compra destes, para a captação de imóveis.
Seja imóvel ou vinho, esses profissionais precisam escolher o produto adequado à personalidade e ao "bolso" do cliente. Por isso mesmo tem participação ativa no resultado da organização, afinal a satisfação do cliente por fim está ligada intimamente a questão de "custo x benefício". Todos desejam ter o melhor a um preço justo. Saber lidar com essa dualidade é que diferencia um bom profissional do outro.
Sobre a questão de preços dos produtos, os imóveis e os vinhos tem mais semelhanças do que imaginamos. Veja: ambos estão intimamente ligado a local de sua produção. Vinhos do velho mundo, vinhos do novo mundo. Clássicos ou contemporanêos. Assim como o terroir está para o vinho, a localização do imóvel é fator importante na formação de preço. Não é por acaso que alguns dos mais exclusivos imóveis de São Paulo, tem o mesmo nome de batismo (Edifícios Margaux e Lafite) que os vinhos Premiers Grands Crus produzidos na região de Bordeaux, na França (Haut-Brion • Lafite Rothschild • Latour • Margaux • Mouton Rothschild).
Um corretor de imóveis, assim como o sommelier, tem que ser capaz de mostrar conhecimento profissional e autoconfiança, resultantes do seu treinamento e da sua experiência para prestar as melhores orientações.
Tanto o sommelier quanto o corretor de imóveis, devem ser capazes não só de sugerir o melhor produto para seus clientes mas também servi-lo com cuidado e atenção, tendo a habilidade de compreender as exigências dele, para tomar a atitude mais adequada, sem ser hostil, altivo ou subserviente. Por isso ambas as profissões são ricas em aspectos técnicos e humanos e exigem um alto nível de sensibilidade, num esforço constante para satisfazer plenamente ao desejo do cliente, com empenho e paixão.
Por vezes tanto o corretor, quanto o sommelier foram considerados autodidatas. Atualmente esse quadro tem deve ser visto sob uma outra ótica, como um profissional que atingiu alto grau técnico executando tarefas bem definidas e solucionando problemas específicos. Inclusive na relação que se estabelece com clientes e colegas, as quais devem ser sempre éticas, impondo a máxima discrição. Ciente dessas responsabilidades a busca constante de atualização de habilidades e conhecimentos torna-se imprescindível. O resultado do trabalho de ambos, sommelier e corretor de imóveis, é proporcional a sua preparação e as suas qualidades humanas.
Se conselhos valem, então aqui fica um de um corretor que adora vinhos: "conheça bem o "terroir" onde se localizam os imóveis que o seu cliente procura e não esqueça de "degustá-los" (entenda visitá-los) , antes de oferecer ao seu cliente. De resto, boas vendas e saúde!!
Um brinde aos corretores de imóveis e aos sommeliers!
terça-feira, janeiro 15
Ofertas de fundos imobiliários somam R$ 4,3 bi em 2013
O mercado de fundos imobiliários começou 2013 aquecido. Entre ofertas em análise e já registradas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) há 17 operações, que somam R$ 4,3 bilhões e que representam quase 30% de tudo o que foi levantado no ano passado. Em 2012 foram captados R$ 15,383 bilhões em 48 operações, valor recorde para a indústria, que teve crescimento de 100,69% em relação ao volume de 2011.
A Caixa tem R$ 1 bilhão em fundos em estruturação e trabalha no lançamento de quatro carteiras.
A RB Capital também espera levantar R$ 1,3 bilhão em fundos imobiliários neste ano.
Com o amadurecimento do mercado de fundos imobiliários começam a ganhar espaço novas modalidades como as operações com foco em desenvolvimento imobiliário, em que o investidor corre o risco da construção do empreendimento. Estão em análise na CVM três ofertas com foco em desenvolvimento imobiliário, sendo dois Fundos de Investimento em Participação (FIP), um da gestora Credit Suisse Hedging-Griffo, no valor R$ 500 milhões, e um da Vinci Partners, de R$ 800 milhões.
De acordo com o prospecto da oferta, o fundo da CSHG tem como objetivo a compra de participações em empresas voltadas para projetos de edifícios comerciais, shoppings, centros comerciais e logística. Já a Vinci ainda não disponibilizou o prospecto. “Mantendo o cenário atual, acho que em 2013 devemos começar a ver mais ofertas de produtos estruturados”, afirma André Freitas, gestor de fundos imobiliários da CSHG.
Esse tipo de produto tem despertado o interesse dos investidores do private banking e institucionais que buscam um retorno maior que o proporcionado pelos fundos de renda. Enquanto os tradicionais fundos com foco no ganho com aluguel estão pagando entre 7,5% e 8,5% ao ano, a rentabilidade oferecida por portfólios voltados para incorporação chega a 15% mais a variação da inflação.
Além dessas carteiras, a RB Capital também está com uma oferta de R$ 150 milhões com o objetivo de investir em incorporação de imóveis residenciais voltados para classe média.
A Caixa também lançou um fundo de participações no ano passado com foco em investimento em projetos imobiliários residenciais, de R$ 264,64 milhões e estrutura um novo fundo de desenvolvimento voltado para imóveis comerciais com previsão de captar R$ 500 milhões.
Alguns fatores sustentam a demanda no setor residencial, como o alto déficit habitacional no Brasil e o crescimento da massa salarial, e os fundos imobiliários podem ser fontes alternativas de capital para o financiamento desses projetos, afirma Marcelo Michaluá, sócio-diretor da RB Capital.
Já no segmento comercial, apesar da expectativa de um aumento da taxa de vacância, principalmente no mercado de imóveis comerciais de alto padrão na cidade de São Paulo, o gestor da CSHG não vê motivos de preocupação com esse mercado. “A oferta deve continuar superior à demanda nos próximos dois anos”, destaca Freitas.
O setor de shopping centers também deve continuar aquecido. No ano passado a CSHG realizou a emissão de um fundo com foco na construção de shoppings populares, que captou R$ 82,476 milhões. Ao todo a gestora lançou sete fundos no ano passado, que levantaram R$ 1,284 bilhão, um aumento de 157% em relação a 2011.
O gestor da RB Capital também acredita que há espaço para novos empreendimentos nesse segmento, principalmente em cidades do interior de São Paulo. “O índice de penetração de área bruta locável de shoppings por habitante no Brasil ainda é baixo comparado com mercados lá fora”, diz Michaluá.
Já o gestor da Caixa vê oportunidades no setor de infraestrutura. “Há oportunidade no segmento de galpões logísticos próximos a eixos de escoamento de mercadorias”, afirma Flávio Eduardo Arakaki, superintendente de fundos de investimentos especiais da Caixa. O banco está estruturando um fundo de galpão logístico que será construído sob encomenda para o locatário (modalidade conhecida como “built to suit”).
Com o crescimento do crédito imobiliário, os bancos começam a utilizar os fundos para levantar funding para essas operações por meio da securitização da carteira imobiliária. O Santander está com uma oferta de R$ 70 milhões, voltada para a aplicação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) lastreados na carteira do banco.
A Caixa também tem um fundo em análise na CVM, no valor de R$ 150 milhões, voltado para a aquisição de CRIs que têm como lastro crédito imobiliário da Caixa. A carteira será administrada pela RB Capital. O banco ainda estrutura um outro fundo de CRIs no valor de R$ 650 milhões.
Os bancos também têm aproveitado o grande estoque de ativos imobiliários para lançar carteiras compostas por imóveis alugados para as agências bancárias. É uma forma de otimizar os ativos imobilizados e levantar recursos para as operações de crédito.
O Banco do Brasil captou R$ 1,6 bilhão com o fundo de agências BB Progressivo II, a maior operação registrada no ano passado. A oferta do fundo de agências do Santander também levantou R$ 401 milhões neste ano.
A Caixa também avalia o lançamento de um fundo com agências do banco, voltado à expansão da rede.
Autor: Silvia Rosa
Fonte: InfoMoney
A Caixa tem R$ 1 bilhão em fundos em estruturação e trabalha no lançamento de quatro carteiras.
A RB Capital também espera levantar R$ 1,3 bilhão em fundos imobiliários neste ano.
Com o amadurecimento do mercado de fundos imobiliários começam a ganhar espaço novas modalidades como as operações com foco em desenvolvimento imobiliário, em que o investidor corre o risco da construção do empreendimento. Estão em análise na CVM três ofertas com foco em desenvolvimento imobiliário, sendo dois Fundos de Investimento em Participação (FIP), um da gestora Credit Suisse Hedging-Griffo, no valor R$ 500 milhões, e um da Vinci Partners, de R$ 800 milhões.
De acordo com o prospecto da oferta, o fundo da CSHG tem como objetivo a compra de participações em empresas voltadas para projetos de edifícios comerciais, shoppings, centros comerciais e logística. Já a Vinci ainda não disponibilizou o prospecto. “Mantendo o cenário atual, acho que em 2013 devemos começar a ver mais ofertas de produtos estruturados”, afirma André Freitas, gestor de fundos imobiliários da CSHG.
Esse tipo de produto tem despertado o interesse dos investidores do private banking e institucionais que buscam um retorno maior que o proporcionado pelos fundos de renda. Enquanto os tradicionais fundos com foco no ganho com aluguel estão pagando entre 7,5% e 8,5% ao ano, a rentabilidade oferecida por portfólios voltados para incorporação chega a 15% mais a variação da inflação.
Além dessas carteiras, a RB Capital também está com uma oferta de R$ 150 milhões com o objetivo de investir em incorporação de imóveis residenciais voltados para classe média.
A Caixa também lançou um fundo de participações no ano passado com foco em investimento em projetos imobiliários residenciais, de R$ 264,64 milhões e estrutura um novo fundo de desenvolvimento voltado para imóveis comerciais com previsão de captar R$ 500 milhões.
Alguns fatores sustentam a demanda no setor residencial, como o alto déficit habitacional no Brasil e o crescimento da massa salarial, e os fundos imobiliários podem ser fontes alternativas de capital para o financiamento desses projetos, afirma Marcelo Michaluá, sócio-diretor da RB Capital.
Já no segmento comercial, apesar da expectativa de um aumento da taxa de vacância, principalmente no mercado de imóveis comerciais de alto padrão na cidade de São Paulo, o gestor da CSHG não vê motivos de preocupação com esse mercado. “A oferta deve continuar superior à demanda nos próximos dois anos”, destaca Freitas.
O setor de shopping centers também deve continuar aquecido. No ano passado a CSHG realizou a emissão de um fundo com foco na construção de shoppings populares, que captou R$ 82,476 milhões. Ao todo a gestora lançou sete fundos no ano passado, que levantaram R$ 1,284 bilhão, um aumento de 157% em relação a 2011.
O gestor da RB Capital também acredita que há espaço para novos empreendimentos nesse segmento, principalmente em cidades do interior de São Paulo. “O índice de penetração de área bruta locável de shoppings por habitante no Brasil ainda é baixo comparado com mercados lá fora”, diz Michaluá.
Já o gestor da Caixa vê oportunidades no setor de infraestrutura. “Há oportunidade no segmento de galpões logísticos próximos a eixos de escoamento de mercadorias”, afirma Flávio Eduardo Arakaki, superintendente de fundos de investimentos especiais da Caixa. O banco está estruturando um fundo de galpão logístico que será construído sob encomenda para o locatário (modalidade conhecida como “built to suit”).
Com o crescimento do crédito imobiliário, os bancos começam a utilizar os fundos para levantar funding para essas operações por meio da securitização da carteira imobiliária. O Santander está com uma oferta de R$ 70 milhões, voltada para a aplicação em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) lastreados na carteira do banco.
A Caixa também tem um fundo em análise na CVM, no valor de R$ 150 milhões, voltado para a aquisição de CRIs que têm como lastro crédito imobiliário da Caixa. A carteira será administrada pela RB Capital. O banco ainda estrutura um outro fundo de CRIs no valor de R$ 650 milhões.
Os bancos também têm aproveitado o grande estoque de ativos imobiliários para lançar carteiras compostas por imóveis alugados para as agências bancárias. É uma forma de otimizar os ativos imobilizados e levantar recursos para as operações de crédito.
O Banco do Brasil captou R$ 1,6 bilhão com o fundo de agências BB Progressivo II, a maior operação registrada no ano passado. A oferta do fundo de agências do Santander também levantou R$ 401 milhões neste ano.
A Caixa também avalia o lançamento de um fundo com agências do banco, voltado à expansão da rede.
Autor: Silvia Rosa
Fonte: InfoMoney
Mercado espera recuperação da economia e joga ações do mercado imobiliário para cima
Algumas ações de imobiliárias estão se destacando na ponta positiva do Ibovespa nesta segunda-feira (14). Os papéis de PDG Realty (PDGR3) lideram os ganhos do índice, com alta de 4,67% por volta das 16h30 (horário de Brasília), atingindo os R$ 3,36, no mesmo horário em que o benchmark sobe 0,58%, aos 61.851 pontos.
Gafisa (GFSA3) e Brookfield (BISA3) seguem logo atrás, com alta de 3,18%, aos R$ 4,87, e 3,06%, aos R$ 3,70, respectivamente. A MRV Engenharia (MRVE3) vê suas ações subirem 1,17%, aos R$ 11,28
Por trás disso, otimismo do mercado em referência à economia brasileira. “Foi divulgado um relatório do Barclays trazendo otimismo para o setor imobiliário, o que acaba trazendo pressão compradora para essas empresas”, avalia Luis Gustavo Pereira, estrategista da Futura Investimentos.
Pereira destaca que, na percepção dos analistas do banco inglês, dois setores serão interessantes para apostar, no contexto de recuperação da economia nacional: o setor bancário e o setor imobiliário. Ambos estão tendo uma boa sessão nesta segunda-feira – mas Pereira acredita que os bancos refletem o noticiário das suas próprias empresas, como as perspectivas de aquisições do Banco do Brasil (BBAS3) nos Estados Unidos.
Autor: Felipe Moreno
Fonte: InfoMoney
Gafisa (GFSA3) e Brookfield (BISA3) seguem logo atrás, com alta de 3,18%, aos R$ 4,87, e 3,06%, aos R$ 3,70, respectivamente. A MRV Engenharia (MRVE3) vê suas ações subirem 1,17%, aos R$ 11,28
Por trás disso, otimismo do mercado em referência à economia brasileira. “Foi divulgado um relatório do Barclays trazendo otimismo para o setor imobiliário, o que acaba trazendo pressão compradora para essas empresas”, avalia Luis Gustavo Pereira, estrategista da Futura Investimentos.
Pereira destaca que, na percepção dos analistas do banco inglês, dois setores serão interessantes para apostar, no contexto de recuperação da economia nacional: o setor bancário e o setor imobiliário. Ambos estão tendo uma boa sessão nesta segunda-feira – mas Pereira acredita que os bancos refletem o noticiário das suas próprias empresas, como as perspectivas de aquisições do Banco do Brasil (BBAS3) nos Estados Unidos.
Autor: Felipe Moreno
Fonte: InfoMoney
sexta-feira, janeiro 4
5,4% de reajuste, em média, para o IPTU de 2013
As notificações do Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU - de São Paulo vão começar a ser enviadas para a casa dos paulistanos a partir do dia 16 de janeiro. A Secretaria de Finanças publicou nesta quinta-feira (3) o calendário
de postagens. Neste ano, o reajuste foi de
5,4% - no ano passado, foi de 6,45%.
O primeiro lote das notificações será enviado no dia 16 e o último, em 8 de fevereiro. A partir do dia 15 de janeiro, no entanto, já será possível emitir a segunda via no site da Prefeitura (clique aqui). No caso dos contribuintes que não se recadastraram e puderam escolher as datas de vencimento, elas foram fixadas no dia 9 de cada mês. Os vencimentos começam no dia 1 de fevereiro e vão até o dia 28. Após essas datas, a multa de cada parcela será de 0,33% ao dia, limitada a 20%. Ter dívidas de impostos de outros anos não impossibilita que o deste ano seja quitado.
Estão isentos empresas e comércios cujo valor venal não ultrapasse R$ 73.850 e residências que custem até R$ 97.587. Os contribuintes isentos receberão a notificação de lançamento a partir do dia 11 de janeiro. Quem tiver dúvidas sobre o IPTU poderá ir à subprefeitura da sua região, à Praça de Atendimento da Secretaria de Finanças (Vale do Anhangabaú, 206), entre 8h e 18h, ou entrar no site da Prefeitura.
Quem pagar o IPTU à vista até a data de vencimento da primeira parcela terá desconto de 6%. De acordo com a Secretaria de Finanças, historicamente apenas 25% dos paulistanos pagam a parcela única. O pagamento poderá também ser parcelado em até dez prestações, com vencimento sempre no mesmo dia de cada mês.
O primeiro lote das notificações será enviado no dia 16 e o último, em 8 de fevereiro. A partir do dia 15 de janeiro, no entanto, já será possível emitir a segunda via no site da Prefeitura (clique aqui). No caso dos contribuintes que não se recadastraram e puderam escolher as datas de vencimento, elas foram fixadas no dia 9 de cada mês. Os vencimentos começam no dia 1 de fevereiro e vão até o dia 28. Após essas datas, a multa de cada parcela será de 0,33% ao dia, limitada a 20%. Ter dívidas de impostos de outros anos não impossibilita que o deste ano seja quitado.
Estão isentos empresas e comércios cujo valor venal não ultrapasse R$ 73.850 e residências que custem até R$ 97.587. Os contribuintes isentos receberão a notificação de lançamento a partir do dia 11 de janeiro. Quem tiver dúvidas sobre o IPTU poderá ir à subprefeitura da sua região, à Praça de Atendimento da Secretaria de Finanças (Vale do Anhangabaú, 206), entre 8h e 18h, ou entrar no site da Prefeitura.
Quem pagar o IPTU à vista até a data de vencimento da primeira parcela terá desconto de 6%. De acordo com a Secretaria de Finanças, historicamente apenas 25% dos paulistanos pagam a parcela única. O pagamento poderá também ser parcelado em até dez prestações, com vencimento sempre no mesmo dia de cada mês.
quarta-feira, janeiro 2
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