quinta-feira, abril 3

Quatro dicas de ouro para quem deseja investir em imóveis

Enquanto o mercado discute se há - ou se vai haver - uma bolha imobiliária, fique atento aos nichos de mercado, que ainda mostram fortes altas. Aqui vão quatro importantes dicas para uma aposta mais assertiva.

1. Tenha em vista o tipo de imóvel que apresenta maior demanda no momento
Em 2013 os apartamentos compactos foram os mais procurados e continuam em alta em 2014, com ótimas taxas de retorno. Uma das razões pela boa rentabilidade é que o valor do condomínio é menor, elevando assim o valor do aluguel.
Não esqueça: se procura rentabilidade, fuja do condomínio caro. 

2. Procure empreendimentos com maior diferencial estético. 
Esses imóveis tem valor agregado e com isso maior valor de locação, por apresentar maior procura.
Não esqueça:  o estilo e perfil do imóvel reflete diretamente na lucratividade.

3. Acerte o relógio. Tem hora pra comprar e hora pra vender.
A compra de imóveis na planta, com a finalidade de revenda na entrega já foi uma boa estratégia. Hoje é mais difícil localizar esse tipo de produto. Mas ainda existem bairros com grande demanda, que são de uso misto, com facilidade de acesso, centros de compras e serviços, como no caso do Itaim-Bibi. Lá os compactos tem alta rentabilidade.
Não esqueça: transporte, comércio e serviços são polos geradores de demanda e consequentemente de valorização

4. Se você já é um investidor mantenha seus ativos atualizados
Imóveis antigos ou depreciados pelo uso incorreto são mais difíceis de vender. Invista em empreendimentos que atendam ao perfil do consumidor atual, que buscam imóveis novos. A manutenção corretas de elevadores, jardins, piscinas e fachada refletem positivamente na valorização da venda  e na locação mais rápida (menor vacância)
Não esqueça: condomínios que não investem em melhorias, perdem liquidez.

quarta-feira, abril 2

Haddad eleva imposto sobre mercado imobiliário em até 173%

Quando se faz uma transação de imobiliária (alguém vende e outro compra) as Prefeituras cobram um imposto chamado ITBI (Imposto sobre a transmissão de bens imóveis), que na cidade de São Paulo é calculado, no mínimo sobre o valor de referencia do imóvel cadastrado na Prefeitura do Município. E foi nessa tabela, de valor dos imóveis como referência para pagamento de impostos em transações imobiliárias, que houve uma elevação de valor, fazendo com que proprietários paguem mais imposto (ITBI) na hora de transferir um imóvel de nome.

É um fato que a maioria dos valores de venda de imóveis em São Paulo, em muito superam a tabela de referência da Prefeitura, mas em cerca de 20% das transações - na estimativa da própria Prefeitura, o chamado valor venal de referência é maior que o valor da venda e assim é usado pela Prefeitura para calcular o valor do ITBI (ou seja quando o valor da venda está abaixo do valor venal ou quando se recebe o imóvel de herança ou doação). Assim, uma parte significativa dos imóveis terão reajuste quando do pagamento do ITBI.

A alegação da Secretaria de Financças da PMSP é de que o aumento do valor da tabela é importante para elevar a arrecadação da Prefeitura, que está com dificuldades fiscais e ainda teve o aumento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) barrado na justiça. No ano passado, a prefeitura arrecadou R$ 1,4 bilhão com o ITBI (2% do valor do imóvel). De acordo com a Folha de S. Paulo, o reajuste médio deve ter sido de cerca de 48%, contra um crescimento de 23% no ano passado. No último mandato de Gilberto Kassab, o aumento foi de 48% durante os quatro anos. De acordo com uma análise realizada pelo jornal, a região mais impactada pelo aumento parece ter sido o extremo sul da capital paulista - com aumento de 173%