quarta-feira, novembro 26
Mundo Das Marcas: AIRBNB
Mundo Das Marcas: AIRBNB: A airbnb se tornou o “terror das redes de hotéis” . Não importa se você precisa de um apartamento ou um simples quarto por uma noite, um...
quinta-feira, agosto 28
A Lei da Água (Novo Código Florestal)
O “A Lei da Água (Novo Código Florestal)” é um projeto audiovisual dedicado a esclarecer questões referentes às mudanças no Código Florestal Brasileiro. O filme conta com a colaboração de cientistas e parlamentares para integrar o Amicus curiae da Ação Direta de Inconstitucionalidade da lei N° 12651 no Supremo Tribunal Federal.
A cima de tudo, o projeto “A Lei da Água” assume um compromisso com sociedade brasileira, mostrando como a lei ambiental afeta a vida de cada cidadão.
Afinal, todos necessitam de água limpa em quantidade; produtores rurais, consumidores urbanos, animais e até mesmo empresas de geração de energia hidroelétrica. A qualidade e a quantidade da água está diretamente relacionada a legislação ambiental: um conjunto de normas que definem quais áreas de uma propriedade rural devem ser mantidas com a vegetação nativa, cultivadas ou restauradas. A linguagem cinematográfica facilita o esclarecimento das questões técnicas relativas a legislação.
O documentário busca opiniões diversas e muitas vezes contrarias sobre o tema, que é complexo, pois nem sempre pode-se aferir com precisão os bens difusos da sociedade, como por exemplo: qualidade da água, ar e fertilidade do solo. As florestas são importantes não somente para a preservação da água e do solo, mas também são vitais para a produção de alimentos que necessitam da ação de polinizadores, tal como o café, o feijão, o milho e a soja. Portanto, busca-se exemplos práticos; o filme da voz a agricultores; apresenta técnicas agrícolas sustentáveis bem sucedidas e casos onde a degradação ambiental exacerbada impede a continuidade de qualquer tipo de cultivo ou criação de animais. Ou seja, o termo: “área degradada”, quer dizer que a área em questão já não possui absolutamente mais nenhuma utilidade para a sociedade.
Conhecimento e informação são essenciais para o estimulo a uma produção rural sustentável. Bem como, políticas agrícolas coerentes com as necessidades e problemas enfrentados dia a dia pelos brasileiros. E porque não dizer; seres humanos.
terça-feira, julho 29
Mercado imobiliário de Dubai faturou US$ 30,7 bilhões
O mercado imobiliário de Dubai faturou US$ 30,7 bilhões no primeiro semestre de 2014. Os negócios no segundo trimestre, no entanto, renderam 14% a menos que o montante obtido nos três primeiros meses do ano, somando cerca US$ 14,157 bilhões. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (23) pelo Departamento de Terras de Dubai (DLD, na sigla em inglês) e publicadas pelo site Arabian Business.
Entre os negócios no período, 54% foram de vendas, totalizando 22.096 operações, somando US$ 16,743 bilhões. Já as hipotecas responderam por 42%, totalizando 6.922 acordos, no valor de US$ 12,877 bilhões.
“O mercado imobiliário de Dubai se tornou foco de atenção para um número crescente de investidores de todo o mundo. Este interesse pode ser atribuído a diversas razões, sendo a principal a confiança renovada no mercado de Dubai depois que a cidade venceu a concorrência para sediar a Expo 2020”, destacou Sultan Butti Bin Merjen, diretor-geral do DLD, segundo a matéria.
“Somado a esse otimismo está a menor inadimplência das grandes empresas no mercado. O resultado geral é que o mercado imobiliário de Dubai está apto a se reestabelecer e oferecer uma variedade de produtos para atrair investidores. Acreditamos que Dubai possa manter este nível de atração e aproveitar a oportunidades que estão aparecendo com a crescente demanda”, acrescentou.
Bin Mejren também atribuiu o maior volume de investimentos em propriedades à uma política econômica bem conduzida pelo governo de Dubai nos últimos tempos.
“Essa política inclui o lançamento de mega projetos como o World Mall, que foi recentemente anunciado e foi criado para manter o mercado imobiliário de Dubai à frente da concorrência global. Estes projetos foram lançados junto com iniciativas que estimulam investimentos e novas leis que garantem um bom andamento ao crescimento do mercado”, completou. O World Mall tem o propósito de ser um dos maiores shoppings do mundo.
Entre os negócios no período, 54% foram de vendas, totalizando 22.096 operações, somando US$ 16,743 bilhões. Já as hipotecas responderam por 42%, totalizando 6.922 acordos, no valor de US$ 12,877 bilhões.
“O mercado imobiliário de Dubai se tornou foco de atenção para um número crescente de investidores de todo o mundo. Este interesse pode ser atribuído a diversas razões, sendo a principal a confiança renovada no mercado de Dubai depois que a cidade venceu a concorrência para sediar a Expo 2020”, destacou Sultan Butti Bin Merjen, diretor-geral do DLD, segundo a matéria.
“Somado a esse otimismo está a menor inadimplência das grandes empresas no mercado. O resultado geral é que o mercado imobiliário de Dubai está apto a se reestabelecer e oferecer uma variedade de produtos para atrair investidores. Acreditamos que Dubai possa manter este nível de atração e aproveitar a oportunidades que estão aparecendo com a crescente demanda”, acrescentou.
Bin Mejren também atribuiu o maior volume de investimentos em propriedades à uma política econômica bem conduzida pelo governo de Dubai nos últimos tempos.
“Essa política inclui o lançamento de mega projetos como o World Mall, que foi recentemente anunciado e foi criado para manter o mercado imobiliário de Dubai à frente da concorrência global. Estes projetos foram lançados junto com iniciativas que estimulam investimentos e novas leis que garantem um bom andamento ao crescimento do mercado”, completou. O World Mall tem o propósito de ser um dos maiores shoppings do mundo.
quinta-feira, abril 3
Quatro dicas de ouro para quem deseja investir em imóveis
Enquanto o mercado discute se há - ou se vai haver - uma bolha imobiliária, fique atento aos nichos de mercado, que ainda mostram fortes altas. Aqui vão quatro importantes dicas para uma aposta mais assertiva.
1. Tenha em vista o tipo de imóvel que apresenta maior demanda no momento
Em 2013 os apartamentos compactos foram os mais procurados e continuam em alta em 2014, com ótimas taxas de retorno. Uma das razões pela boa rentabilidade é que o valor do condomínio é menor, elevando assim o valor do aluguel.
Não esqueça: se procura rentabilidade, fuja do condomínio caro.
2. Procure empreendimentos com maior diferencial estético.
Esses imóveis tem valor agregado e com isso maior valor de locação, por apresentar maior procura.
Não esqueça: o estilo e perfil do imóvel reflete diretamente na lucratividade.
3. Acerte o relógio. Tem hora pra comprar e hora pra vender.
A compra de imóveis na planta, com a finalidade de revenda na entrega já foi uma boa estratégia. Hoje é mais difícil localizar esse tipo de produto. Mas ainda existem bairros com grande demanda, que são de uso misto, com facilidade de acesso, centros de compras e serviços, como no caso do Itaim-Bibi. Lá os compactos tem alta rentabilidade.
Não esqueça: transporte, comércio e serviços são polos geradores de demanda e consequentemente de valorização
4. Se você já é um investidor mantenha seus ativos atualizados
Imóveis antigos ou depreciados pelo uso incorreto são mais difíceis de vender. Invista em empreendimentos que atendam ao perfil do consumidor atual, que buscam imóveis novos. A manutenção corretas de elevadores, jardins, piscinas e fachada refletem positivamente na valorização da venda e na locação mais rápida (menor vacância)
Não esqueça: condomínios que não investem em melhorias, perdem liquidez.
1. Tenha em vista o tipo de imóvel que apresenta maior demanda no momento
Em 2013 os apartamentos compactos foram os mais procurados e continuam em alta em 2014, com ótimas taxas de retorno. Uma das razões pela boa rentabilidade é que o valor do condomínio é menor, elevando assim o valor do aluguel.
Não esqueça: se procura rentabilidade, fuja do condomínio caro.
2. Procure empreendimentos com maior diferencial estético.
Esses imóveis tem valor agregado e com isso maior valor de locação, por apresentar maior procura.
Não esqueça: o estilo e perfil do imóvel reflete diretamente na lucratividade.
3. Acerte o relógio. Tem hora pra comprar e hora pra vender.
A compra de imóveis na planta, com a finalidade de revenda na entrega já foi uma boa estratégia. Hoje é mais difícil localizar esse tipo de produto. Mas ainda existem bairros com grande demanda, que são de uso misto, com facilidade de acesso, centros de compras e serviços, como no caso do Itaim-Bibi. Lá os compactos tem alta rentabilidade.
Não esqueça: transporte, comércio e serviços são polos geradores de demanda e consequentemente de valorização
4. Se você já é um investidor mantenha seus ativos atualizados
Imóveis antigos ou depreciados pelo uso incorreto são mais difíceis de vender. Invista em empreendimentos que atendam ao perfil do consumidor atual, que buscam imóveis novos. A manutenção corretas de elevadores, jardins, piscinas e fachada refletem positivamente na valorização da venda e na locação mais rápida (menor vacância)
Não esqueça: condomínios que não investem em melhorias, perdem liquidez.
quarta-feira, abril 2
Haddad eleva imposto sobre mercado imobiliário em até 173%
Quando se faz uma transação de imobiliária (alguém vende e outro compra) as Prefeituras cobram um imposto chamado ITBI (Imposto sobre a transmissão de bens imóveis), que na cidade de São Paulo é calculado, no mínimo sobre o valor de referencia do imóvel cadastrado na Prefeitura do Município. E foi nessa tabela, de valor dos imóveis como referência para pagamento de impostos em transações imobiliárias, que houve uma elevação de valor, fazendo com que proprietários paguem mais imposto (ITBI) na hora de transferir um imóvel de nome.
É um fato que a maioria dos valores de venda de imóveis em São Paulo, em muito superam a tabela de referência da Prefeitura, mas em cerca de 20% das transações - na estimativa da própria Prefeitura, o chamado valor venal de referência é maior que o valor da venda e assim é usado pela Prefeitura para calcular o valor do ITBI (ou seja quando o valor da venda está abaixo do valor venal ou quando se recebe o imóvel de herança ou doação). Assim, uma parte significativa dos imóveis terão reajuste quando do pagamento do ITBI.
A alegação da Secretaria de Financças da PMSP é de que o aumento do valor da tabela é importante para elevar a arrecadação da Prefeitura, que está com dificuldades fiscais e ainda teve o aumento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) barrado na justiça. No ano passado, a prefeitura arrecadou R$ 1,4 bilhão com o ITBI (2% do valor do imóvel). De acordo com a Folha de S. Paulo, o reajuste médio deve ter sido de cerca de 48%, contra um crescimento de 23% no ano passado. No último mandato de Gilberto Kassab, o aumento foi de 48% durante os quatro anos. De acordo com uma análise realizada pelo jornal, a região mais impactada pelo aumento parece ter sido o extremo sul da capital paulista - com aumento de 173%
É um fato que a maioria dos valores de venda de imóveis em São Paulo, em muito superam a tabela de referência da Prefeitura, mas em cerca de 20% das transações - na estimativa da própria Prefeitura, o chamado valor venal de referência é maior que o valor da venda e assim é usado pela Prefeitura para calcular o valor do ITBI (ou seja quando o valor da venda está abaixo do valor venal ou quando se recebe o imóvel de herança ou doação). Assim, uma parte significativa dos imóveis terão reajuste quando do pagamento do ITBI.
A alegação da Secretaria de Financças da PMSP é de que o aumento do valor da tabela é importante para elevar a arrecadação da Prefeitura, que está com dificuldades fiscais e ainda teve o aumento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) barrado na justiça. No ano passado, a prefeitura arrecadou R$ 1,4 bilhão com o ITBI (2% do valor do imóvel). De acordo com a Folha de S. Paulo, o reajuste médio deve ter sido de cerca de 48%, contra um crescimento de 23% no ano passado. No último mandato de Gilberto Kassab, o aumento foi de 48% durante os quatro anos. De acordo com uma análise realizada pelo jornal, a região mais impactada pelo aumento parece ter sido o extremo sul da capital paulista - com aumento de 173%
quinta-feira, março 27
Rendimentos mais altos aquecem setor imobiliário do sul da Europa
Por ART PATNAUDE de Londres e CRAIG KARMIN de Nova York.
Os investidores estão se aventurando na Espanha, Itália e até mesmo na Grécia em busca de barganhas de imóveis comerciais. Eles seguem o princípio de que os retornos maiores compensam o risco do crescimento do sul da Europa continuar lento.
Durante grande parte da recessão prolongada que assolou a União Europeia, muitos investidores se concentraram em escritórios e residências de luxo em cidades como Londres e Paris, onde os mercados imobiliários atravessaram relativamente incólumes a crise do euro. Agora, embora os aluguéis e os níveis de ocupação do sul da Europa permaneçam anêmicos, a região vem se beneficiando da crença generalizada de que o pior da crise financeira já passou.
"As pessoas estão se dando conta de que a Espanha não afundou no Mediterrâneo", diz Eric Adler, diretor-presidente da Prudential Real Estate Investors, que investiu cerca de US$ 1,5 bilhão no mercado imobiliário europeu em 2013 e pretende investir mais este ano. No ano passado, investidores compraram 177,8 bilhões de euros (US$ 245,3 bilhões) em imóveis comerciais na Europa, um crescimento de 17% em relação a 2012 e o maior desde 2007, de acordo com a Real Capital Analytics.
Os investidores estão se aventurando na Espanha, Itália e até mesmo na Grécia em busca de barganhas de imóveis comerciais. Eles seguem o princípio de que os retornos maiores compensam o risco do crescimento do sul da Europa continuar lento.
Durante grande parte da recessão prolongada que assolou a União Europeia, muitos investidores se concentraram em escritórios e residências de luxo em cidades como Londres e Paris, onde os mercados imobiliários atravessaram relativamente incólumes a crise do euro. Agora, embora os aluguéis e os níveis de ocupação do sul da Europa permaneçam anêmicos, a região vem se beneficiando da crença generalizada de que o pior da crise financeira já passou.
"As pessoas estão se dando conta de que a Espanha não afundou no Mediterrâneo", diz Eric Adler, diretor-presidente da Prudential Real Estate Investors, que investiu cerca de US$ 1,5 bilhão no mercado imobiliário europeu em 2013 e pretende investir mais este ano. No ano passado, investidores compraram 177,8 bilhões de euros (US$ 245,3 bilhões) em imóveis comerciais na Europa, um crescimento de 17% em relação a 2012 e o maior desde 2007, de acordo com a Real Capital Analytics.
sexta-feira, março 14
Earth Hour 2014 -You turned out the lights!!
SÁBADO, 29 DE MARÇO, AS 20:30 (8:30 P.M.) DESLIGUE AS LUZES POR 1 HORA.
O planeta agradece! Acesse a "Hora do Planeta"
O planeta agradece! Acesse a "Hora do Planeta"
quarta-feira, fevereiro 12
Guilherme Rossi amplia leque e cria empresa para administrar imóveis geradores de renda

Atuando de forma independente da GR, na qual foi fundador e que é incorporadora de imóveis para renda, Guilherme destaca que "existe muita sinergia entre ambas as empresas e cada uma delas contribuirá para gerar negócios para a outra". A FOCO pode ajudar, por exemplo, "na retenção de inquilinos dos galpões da GR". A administrando de três condomínios já em operação da GR, dois em Campinas e um em Jundiaí, já estão sob gestão da FOCO, mas a intenção é que os serviços sejam oferecidos também para terceiros.
Neste ano, outros dois condomínios serão entregues pela GR e, de acordo com Rossi, a Foco irá administrá-los. Para 2015, o plano do empresário é que o número de empreendimentos geridos pela Foco chegue ao total de dez. Num primeiro momento a GR é a responsável por alugar os condomínios que desenvolve. Nas rodadas seguintes de locação, a negociação do serviço, assim como a de compra e venda, ficarão a cargo da Foco, segundo o sócio investidor.
Embora o mercado de galpões tenha recebido elevado número de novos imóveis para locação no último ano, Rossi diz não observar queda de preços, mas estabilidade.
segunda-feira, fevereiro 3
Apartamentos compactos são a tendência no mercado imobiliário
Estudo realizado pela Lopes, maior empresa de consultoria e intermediação imobiliária do país, revela que 58% dos paulistanos que procuram imóveis comprariam um apartamento compacto. O número de entrevistados que acredita ser uma tendência do mercado a procura de imóveis menores é ainda mais expressivo: 68%.
O levantamento levou em conta consulta feita em dezembro de 2013, quando foram entrevistadas 644 potenciais compradores de imóveis em São Paulo.
O levantamento levou em conta consulta feita em dezembro de 2013, quando foram entrevistadas 644 potenciais compradores de imóveis em São Paulo.
domingo, janeiro 12
Porque se chama "pé direito" a altura de um cômodo ?
Na Antiguidade todos os padrões mundiais de medida eram tomados através do pé direito de um ser humano. Na Inglaterra, onde nasceram várias medidas, a polegada (2,54cm ou 25,4mm) referenciava o dedo polegar do rei. Algum tempo depois, o Monarca tomou como regra a medida de pés, que é 30,48cm, como outra unidade de medida.Assim as grandes áreas começaram a ser medidas por pés, pois era mais rápido. Uma casa, por exemplo, tinha pé-direito de 9,18 pés, sendo este o meio de garantir sua sustentação estrutural na época.
Esse padrão deveria ser usado no principal cômodo da casa (como a sala) de modo a "amarrar toda a estrutura" através da viga-mestra.
Atualmente, com novas tecnologias de construção (lajes protendidas) os imóveis de alto padrão tem "pé-direito" muito maior, as vezes duplos e até mesmo triplos.
sábado, janeiro 11
O código secreto dos corretores de imóveis de Sydney
Cada país tem uma cultura e uma forma de trabalhar na área imobiliária. Na Austrália, muitos corretores de imóveis ainda utilizam o anúncio em mídia impressa como a melhor maneira para divulgar seus produtos e captar clientes. Para economizar palavras e ir direto ao ponto, os corretores abreviam os anúncios de forma muito criativa. Mas para quem não é "nativo" parece mais um emaranhado de códigos. A prática veio das grandes empresas americanas, com suas denominações para CFO, CEO, COO e tantas outras como FYI etc.
Assinar:
Comentários (Atom)
