sexta-feira, julho 13
Um pequeno passo para o mundo, mas um grande passo para o Brasil
Com o corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, definido na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira (11), o Brasil mudou de posição entre os países do Bric (Brasil, Russia, Índia e China), e é agora o terceiro da lista. Em juros reais, que é calculado considerando as taxas de juros atuais descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, os juros brasileiros são de 2,6%. Em primeiro lugar está a China (com 3,7%) e em segundo está a Rússia (com 3,5%). No ranking dos juros nominais na América do Sul, o Brasil também fica em terceiro, agora com a taxa de 8% ao ano, bem atrás da Venezuela (15,65%) e da Argentina (9%). Mesmo com a crise mundial dos países desenvolvidos, o Brasil começa a trilhar um novo modelo econômico para atrair capital externo, não mais o expeculativo (de curto prazo) e sim o produtivo (de longo prazo), apostando as fichas na força de seu mercado interno e nas (necessárias) obras de infraestrutura e no forte mercado imobiliário. A tendência entre investidores de renda fixa é a migração de parte do portfólio para ativos de longo prazo, como imóveis e FII (Fundos Imobiliários), ou a volta do capital para o setor produtivo.
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