segunda-feira, dezembro 31

Oportunidade: Ca’d’oro Residence, última e única unidade à venda.

Unidade a venda 28 andar- Frente

Imperdível! 62 m² de área privativa, 2 dormitórios, 1 suíte, 2 terraços, lavabo, sala integrada a cozinha gourmet e uma vaga de garagem. Condição de pagamento facilitada e abaixo do valor de mercado: R$ 12.000,00/m². Bacana, não acha?  Então corra e faça sua proposta, outra oportunidade como essa pode demorar para aparecer. Única unidade a venda no empreendimento de maior sucesso em 2011.

Tratar com Marcelo no fone (11) 99869-9692

Planta unidade 62 m²


terça-feira, novembro 20

Pátria Investimentos em nova sede

A BR Properties informou nesta sexta-feira (16/11) que celebrou, no último dia 7, contrato de locação do Edifício Cidade Jardim, com a Pátria Investimentos.
A locação não residencial tem contrato atípico - prazo de 120 meses - e a Pátria irá ocupar aproximadamente 43% da área bruta locável detida pela BR Properties no imóvel, que inclui 118 vagas de garagem.

Sobre o Edifício Cidade Jardim

O Edifício Cidade Jardim está localizado na Av. Cidade Jardim , 803 e tem área locável total de 14.937 m².

Com projeto do escritório de arquitetura Aflalo & Gasperini o Edifício Cidade Jardim busca uma escala diferenciada na cidade com seus 10 pavimentos de altura e com uma grande frente voltada para a avenida Cidade Jardim. A volumetria, predominantemente horizontal, é marcada por placas em “L” que emolduram a grande caixa de vidro formada pelos pavimentos tipo e são ora os terraços dos conjuntos, ora a cobertura das áreas comuns no topo do edifício, dando forte identidade à arquitetura.


terça-feira, novembro 13

Prefira investimentos que gerem renda, diz Rio Bravo

Coordenador das estratégias de investimentos da gestora onde é sócio de Gustavo Franco, Paulo Bilyk diz que momento agora é de buscar renda com dividendos e aluguéis

 Ganhar dinheiro pode estar mais difícil, mas existe espaço e oportunidade mesmo para quem investe por conta própria no cenário econômico atual. A chave, diz o sócio-fundador da gestora Rio Bravo Paulo Bilyk, está nos ativos que gerem renda para o investidor, que deve manter a perspectiva de longo prazo e um giro baixo de carteira.

Para Bilyk, os ativos que se destacam para o investidor individual são as ações quem pagam bons dividendos, os fundos imobiliários e os títulos e fundos de crédito privado, menos impactados pela crise econômica e oferecendo oportunidades de ganhos constantes e interessantes quando consideradas as perspectivas de manutenção da taxa Selic em patamares baixos.

“Em momentos de maior pujança econômica, é mais apropriado se expor a empreendimentos com bom potencial de crescimento, mesmo quando eles ainda não estão gerando lucros. Esse tipo de ação aumentou muito a participação na Bolsa brasileira nos últimos anos, como é o caso das empresas X ou as companhias de desenvolvimento imobiliário. Mas com as limitações à atividade econômica brasileira, a desaceleração da China e a crise mundial, esse tipo de papel ficou arriscado. Por isso, é melhor aumentar a proporção dos ativos geradores de renda no portfólio”, explica Bilyk.

É claro que uma parte do portfólio deve se manter em ativos de renda fixa conservadora, preferencialmente no Tesouro Direto ou em fundos com taxas inferiores a 1% ao ano.

Giro de carteira

“Alto giro de carteira não é coisa para investidor pessoa física”, dispara o sócio da Rio Bravo. De acordo com ele, o caminho para o investidor individual fazer seu patrimônio efetivamente crescer, não importando o volume de seus investimentos, é realmente a visão de longo prazo. “O investidor fica tentado a gerar ganhos rápidos, mas tem pouca capacidade financeira para as perdas que vão ocorrer no curto prazo. Os custos de girar muito a carteira são altos, e seria preciso gerar um excesso de ganhos para haver compensação. Todas as séries históricas mostram que isso a pessoa física não consegue fazer”, diz.

Bilyk explica que o investidor deve avaliar o portfólio como um todo e observar onde está a liquidez. Ao comprar uma ação ou um fundo de ações, o investidor não deveria ter um horizonte menor que algo entre três ou cinco anos, diz. “Para quem não tem tempo de cuidar de perto dos investimentos, então, pode ser melhor comprar um bom fundo, de baixo custo, que tenha um bom gestor. Talvez até diversificar entre dois ou três gestores”, opina.

Fonte: Exame.com

segunda-feira, novembro 5

Abrir a janela pela manhã e dar de cara com a praia

“dedos” da praia Brava

Abrir a janela pela manhã e dar de cara com a praia. Essa ação é sinônimo de verão. A paisagem, entretanto, não precisa ser necessariamente no Brasil – Miami e Punta del Este e praias no litoral português ou francês são algumas das opções. A facilidade de adquirir apartamentos e casas em alguns lugares e os preços em conta abriram o mercado imobiliário estrangeiro para os brasileiros, para investimento ou para comprar um imóvel de veraneio.

O que tem atraído os brasileiros para esses points, além do preço é a questão de segurança. Em Miami ou Punta e comum andar de bike a noite sem o menor receio.

Para comprar um imóvel em Miami, basta você ter passaporte. Não precisa ter conta, nem residência, basta provar a obtenção do visto norte-americano, além de comprovar que tem o dinheiro para pagar pelo imóvel, por meio da declaração do imposto de renda e especificar os motivos da compra. No Uruguai é mais fácil ainda. A entrada de dólares é facilitada pelo Mercosul e a documentação necessária é a mesma que aqui: RG e declaração do imposto de renda.

 


segunda-feira, outubro 1

Parques lineares


Um dos grandes desafios das cidades é manter áreas verdes. Elas são importantes porque ajudam a dar vazão à água das chuvas em meio a tanto asfalto e ainda melhoram a qualidade de vida dos moradores. Estudos sugerem que pessoas que moram em regiões com vegetação têm menos problemas de saúde, como depressão e ansiedade.

Com a valorização imobiliária das grandes cidades, muitas vezes as áreas verdes são ocupadas por construções e novos prédios. Mas alguns munícipios encontraram uma solução: criar parques lineares, às margens de rios, rodovias e linhas elétricas. A ideia já é usada em outros países há algumas décadas.
Um dos exemplos mais famosos é o do High Line, em Nova York. O parque foi erguido sobre uma antiga linha férrea, criando uma nova paisagem urbana em meio as contruções. 






quarta-feira, setembro 26

432 Park Avenue. No topo de Nova York

Situada em Manhattan, a cobertura de seis quartos no 95º andar do número 432 da Park Avenue é um dos apartamentos mais peculiares de um novo edifício de alumínio e vidro que acaba de entrar no mercado imobiliário nova-iorquino. Quando a obra for concluída, em 2015, o novo edifício vai mudar a silhueta de Manhattan.


domingo, setembro 23

A hora e a vez dos imóveis em Miami


Cada vez mais brasileiros compram imóveis em Miami, nos Estados Unidos. Segundo informações das imobiliárias locais, no ano passado, 12% dos imóveis comercializados para estrangeiros na cidade foram adquiridos por brasileiros, que ficaram atrás apenas dos venezuelanos, com 17%. A previsão é que, neste ano, os brasileiros assumam o primeiro lugar do ranking.

O motivo da intensa procura por uma das cidades de praia mais famosas dos Estados Unidos é o preço. O metro quadrado em uma área nobre de Miami custa em média US$ 5 mil. Já no Brasil, um imóvel no Leblon, zona Sul do Rio de Janeiro, é ofertado para venda, segundo o índice FipeZap, por em média R$ 18.332 – ou pouco mais de US$ 9 mil.

Se não bastasse, os juros também são mais baixos nos Estados Unidos. Pessoas com bom perfil de crédito podem encontrar juros em torno de 3,5% ao ano. No Brasil o custo efetivo total do crédito é superior a 10% ao ano.

Na opinião do presidente de relações para o Brasil da NAR (National Association of Realtors) – associação que representa os corretores de imóveis nos EUA -, Marco Fonseca, mesmo com a ligeira alta do dólar, os preços dos imóveis em Miami continuam atraentes para o público brasileiro, tanto para quem quer um imóvel para investir como para quem procura um endereço de veraneio. “O nosso mercado ainda está se recuperando de um declínio acentuado que sentimos a partir de meados de 2007, logo após o fim dos financiamentos “subprime” e o estouro da bolha criada pelo sistema financeiro. Inclusive, hoje, há financiamentos para estrangeiros em condições bem mais fáceis do que para o próprio americano, com planos com entrada a partir de 30% e juros desde 3,5%. Há opções para todos os gostos e todas elas muito atraentes”, diz.

A busca de brasileiros por imóveis em Miami, nos Estados Unidos, é tamanha que as incorporadoras já adotam modelos exclusivos para agradar aos compradores vindos do país. Uma das adaptações ao gosto dos brasileiros foi o lançamento de prédios com uma residência por andar - algo incomum no mercado norte-americano.

Vale lembrar, que ao comprar um imóvel no exterior, o cuidado deve ser redobrado. Não só o brasileiro, mas o comprador estrangeiro, por estar fazendo negócios fora de seu país deve procurar esclarecimento legal e contábil. O ideal é utilizar um profissional na área de imóveis que possa guiá-lo por todo o processo, inclusive indicando profissionais que possam auxiliá-lo não só nas áreas legais e contábeis, mas também que possa colocá-los em contato com profissionais de financiamento, designers, construtores, entre outros.

Apple paga R$ 1 milhão em aluguel da nova sede

Escritório ficará no Infinity Tower, um dos empreendimentos mais luxuosos
do bairro do Itaim Bibi, onde também está a sede brasileira do Facebook.

A Apple deve ocupar, em breve, uma nova sede em São Paulo. A empresa mais valiosa do mundo acaba de fechar contrato com a incorporadora Yuny para o aluguel de três andares luxuoso edifício comercial Infinity Tower, localizado no bairro do Itaim Bibi e entregue em fevereiro. O prédio é um dos mais cobiçados da categoria ‘triple A’ da capital paulista – a mais alta denominação usada para classificar a arquitetura e a engenharia de edifícios comerciais. Após firmar um contrato de locação de cinco anos, a Apple começará pagando nada menos que 1 milhão de reais ao mês para habitar o local, de acordo com informações obtidas pelo site de VEJA.

Projetado pelo escritório de arquitetura Aflalo & Gasperini, em parceria com o americano Kohn Pedersen Fox (KPF), o Infinity Tower é uma torre de 18 andares e 75 mil metros quadrados. A obra foi executada pela Método Engenharia e levou cerca de dois anos para ser concluída.

A Apple não será a única habitante ilustre do edifício. Por lá já estão os bancos Credit Suisse e Goldman Sachs, além da Bloomberg, da Louis Vuitton e do Facebook. Ao mudar-se para o Infinity, a gigante da tecnologia deixará seu escritório de quatro salas em um edifício comercial mais modesto na Avenida Cidade Jardim, também no Itaim Bibi.

Nova fase

A mudança para o Infinity marca uma nova etapa da Apple no Brasil. O modus operandi discreto prossegue, mas a operação alça voos cada vez mais altos. Depois de viabilizar a produção de iPhones e iPads na planta da Foxconn de Jundiaí (SP) e exportar parte da produção brasileira para o Mercosul, a empresa americana fechou novo contrato com a taiwanesa. Em 2013, a Foxconn montará nova fábrica no país, desta vez na cidade de Itu (SP). A missão dela será produzir componentes para smartphones e tablets, que atualmente são importados da China. Com a nova planta, será possível produzir um iPad quase 100% nacional – apenas os transistores TFT, essenciais para a ótima qualidade de imagem do aparelhos, continuarão a ser importados.

O avanço da Apple, nos últimos meses, contabilizou ao menos um revés. A companhia perdeu seu diretor-presidente, Alexandre Szapiro, para a Amazon, segundo informações do jornal Valor Econômico. O site de VEJA apurou que Szapiro foi o grande intermediador da criação de um centro de produção para aparelhos da Apple no Brasil – e, justamente por essa razão, foi chamado pela Amazon. De acordo com fontes que a assessoram, a fabricante do Kindle no Brasil também estuda a viabilidade de produzir seu tablet no país utilizando, também, a planta da Foxconn.

Autor: Ana Clara Costa
Fonte: Exame.com

Os melhores FII dos últimos 12 meses

No cenário de juros em baixa, para quem quer um rendimento maior do que o DI (Depósito Interbancário), os fundos imobiliários aparecem como uma alternativa interessante. De acordo com levantamento da XP Investimentos, nos últimos 12 meses, alguns fundos garantiram uma rentabilidade mensal (calculada pelo dividend yield) de mais de 13%, bem acima da Selic (taxa básica de juros), que atualmente está em 7,5% ao ano.

Veja a lista dos fundos imobiliários que pagaram os melhores dividends yields nos últimos 12 meses.

Fundo
Dividend Yield dos últimos 12 meses
Valorização das cotas nos últimos 12 meses

FII West Plaza
13,89%
-27,85%

Floripa Shopping FII
10,71%
-7,44%

FII Hotel Maxinvest
9,28%
35,61%

FII Excellence
9,12%
22,92%

CSHG Recebíveis Imobiliários
8,63%
-2,60%

FII Hosp. Nossa Senhora de Lourdes
8,55%
-6,61%

Fator Verita FII
8,38%
18,35%

RB Capital Renda II
8,20%
11,03%

BB FII Progressivo
8,17%
34,96%

BC Fundo de FII
8,14%
40,79%


A lista foi ordenada pela distribuição de rendimentos.

É importante lembrar que a rentabilidade passada não é garantia de rendimento futuro, mas sim um fator que também deve ser levado em consideração antes de optar por um investimento. Além disso, muitos fundos imobiliários possuem “rentabilidade garantida” por alguns meses ou anos após o seu lançamento, por isso, é preciso atentar-se, para após o término dessa garantia, se o fundo continuará distribuindo rendimentos satisfatórios.

É o caso por exemplo do fundo do Shopping West Plaza, que encabeça a lista. A rentabilidade do fundo é garantida em R$ 0,83 por cota – equivalente a 0,83% do valor da cota inicial do fundo, de R$ 100, mas apenas até o mês de setembro. A partir de outubro, esta garantia deixa de existir e a rentabilidade deve recuar de forma expressiva, conforme matéria do portal InfoMoney.

Conheça mais sobre os fundos

FII WEST PLAZA
O FII Shopping West Plaza é proprietário de 30% de um dos principais e mais tradicionais shoppings da Zona Oeste de São Paulo, o West Plaza.

Inaugurado em 1991, este shopping tem 270 lojas, além de 2 cinemas, com ABL total de 38.229 m². O fundo garante rentabilidade mínima de 0,833%a.m durante o período inicial de 48 meses, o qual se encerra no final de 2012.

FLORIPA SHOPPING FII
O FII Floripa Shopping tem por objeto a aquisição de 38% do empreendimento imobiliário Florianópolis Shopping Center, integralmente finalizado e operacional, para exploração comercial por meio de locação ou arrendamento, situado na Rodovia Virgílio Várzea, nº 587, área 2, no Saco Grande, distrito de Santo Antônio de Lisboa, Município de Florianópolis, Estado de Santa Catarina.

O Floripa Shopping Center conta com 27.757,8 m² de ABL e até fevereiro de 2012 havia 142 lojas locadas, com vacância de 2,81%. O empreendimento está em fase de maturação, e vem apresentando desempenho financeiro crescente. A Plenaventura Participações S.A, uma das empreendedoras do Shopping, garantiu rentabilidade mínima aos cotistas de 0,88%a.am até outubro.

FII HOTELMAXINVEST
O fundo Hotel Maxinvest tem gestão ativa à procura de oportunidades no setor hoteleiro e, assim, investe em vários imóveis tipo “condo-hotéis” para a exploração da renda resultante da locação. O fundo, no entanto, já iniciou um ciclo de desinvestimento, com o objetivo de realizar o lucro com venda dos ativos, obtido em razão da valorização destas unidades hoteleiras, desde a compra das mesmas pelo Fundo.

FII EXCELLENCE
O FII EXCELLENCE investe em empreendimentos imobiliários, por meio da aquisição de certificados de recebíveis imobiliários (CRI), letras hipotecárias (LH), Letras de crédito imobiliário (LCI) ou de direitos a eles relativos, buscando rentabilidade anual de 105% do CDI.

A carteira do Fundo em março de 2012 era composta 34 CRIs e pela sua característica, e dos ativos que compõem o seu portfólio, o fundo não apresenta rentabilidade mensal linear, porém, tem conseguido no acumulado dos últimos 12 meses superar seu objetivo.

CSHG RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS BC FII
O fundo CSHG Recebíveis Imobiliários BC FII foi criado com o objetivo de proporcionar aos investidores rentabilidade equivalente ao CDI bruto, através de investimentos em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), preponderantemente comerciais.

O Fundo encerrou o mês de março com 15 ativos na carteira, sendo 10 CRI comerciais (totalizando R$ 49,5 milhões), 4 CRI residenciais (totalizando R$ 36,7 milhões) e 1 LCI (totalizando R$ 20,1 milhões).

FII HOSPITAL NOSSA SENHORA DE LOURDES
O Grupo NSL vendeu ao fundo o imóvel onde funciona o Hospital Nossa Senhora de Lourdes, empreendimento que hoje conta com cerca de 220 leitos e 15 salas de cirurgia, dentre outras instalações.

O Fundo distribui rendimento a seus cotistas mensalmente, fruto do contrato de locação com o Hospital Nossa Senhora de Lourdes.

FATOR VERITA FII
O objetivo do fundo é a aquisição de ativos com lastro imobiliário, como CRI, LCI, LH, Quotas de FII, Quotas de FIDC, Quotas de FI RF e Debêntures, facilitando o investimento nestes Ativos por investidores não qualificados. O Benchmark do Fundo é IGPM+ 6% a.a.

RB CAPITAL RENDA II FII
O fundo tem por objeto a aquisição de bens imóveis não residenciais, bem como de quaisquer direitos reais a eles relacionados, notadamente de empreendimentos imobiliários construídos e locados preponderantemente na modalidade “built-to-suit”, e outras formas de locação atípica, com geração de renda para o fundo.

Adminsitrado pela Votorantim Asset Management DTVM, e tendo como estruturador e gestor a RB Capital Realty, este fundo é proprietário de quatro ativos imobiliários comerciais locados sob regime atípico para duas empresas multinacionais (Ambev e Ampla – Grupo Endesa) e uma nacional (União de Lojas Leader).

BB FII PROGRESSIVO
O BB Progressivo, administrado pela Caixa Econômica Federal – CEF tem atualmente em seu patrimônio dois empreendimentos locados ao próprio Banco do Brasil: um edifício em Brasília, conhecido como “Edifício Sede I”, e um bloco de edifícios administrativos interligados, na cidade do Rio de Janeiro, no bairro do Andaraí.

O BB Progressivo distribui rendimentos a seus cotistas mensalmente. O valor distribuído é bastante linear durante o ano, já que é resultado do valor recebido pela locação dos imóveis ao BB, reajustáveis anualmente pelo IGPM, deduzindo-se as despesas de funcionamento e administração do Fundo, além das eventuais despesas que competem ao Fundo em função da necessidade de reparos e/ou modernização dos empreendimentos (elevadores, por exemplo).

BC FUNDO DE FII
BC Fundo de Fundos de Investimentos Imobiliários tem por objetivo primordial a aquisição de cotas de outros Fundos de Investimento Imobiliário, Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRI”), Letras Hipotecárias (“LH”), Letras de Crédito (“LCI”), ações ou cotas de sociedades cujo único propósito se enquadre entre as atividades permitidas aos Fundos de Investimentos Imobiliários, e imóveis comerciais prontos ou em construção.

A carteira do Fundo em 15 de março de 2012 era composta por Cotas de 13 FIIs (57%), 15 CRIs (38%) e ativos de Renda Fixa (5%). O Fundo distribui rendimentos mensalmente, provenientes da composição de sua carteira e do ganho de capital com a venda de ativos integrantes do portfólio.

Construtoras devem se preparar para nova realidade do setor

Autor: Vivian Pereira
Fonte: Reuters

As principais construtoras e incorporadoras brasileiras, que têm capital aberto, devem enfrentar de forma mais intensa a partir do próximo ano um novo ciclo de crescimento, mais moderado, buscando corrigir erros do passado e se adaptar à atual realidade do mercado, afirmaram representantes do setor nesta sexta-feira.
Constituído principalmente por um retorno das empresas a patamares em que consigam entregar o que vendem, este novo cenário do setor imobiliário tem como desafio não deixar de atender a demanda por imóveis, que permanece forte, porém, com volume de lançamentos menos acelerado.

“No Brasil se vende antes de construir, os custos vêm depois… se não houver gestão, cria-se um problema”, disse o professor titular do núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP, João da Rocha Lima Jr., durante a Conferência Lares. “Planejamento e controle têm que ganhar espaço.” Ele se referiu ao período seguinte à onda de abertura de capital das empresas do setor, quando o setor imobiliário passou por crescimento desenfreado, principalmente entre 2008 e 2010. Hoje, essas companhias vêm enfrentando desafios para contornar estouro de orçamentos, problemas com parceiros e, em alguns casos, prejuízos.

“Execução de obra não é detalhe de fluxo de caixa da companhia… a obra é variável determinante na estratégia de crescimento da operação”, assinalou o diretor financeiro e de Relações com Investidores da Eztec, Emílio Fugazza.

A diversificação de regiões de atuação, que levou grande parte das companhias a Estados com pouco ganho de escala e a firmarem parcerias –que hoje estão sendo desfeitas– também foi apontada pelos profissionais como um retrocesso. “Agora todo mundo vai voltar para São Paulo”, disse Fugazza. “As empresas se propuseram a atuar em mercados que não eram os mercados preponderantes no negócio principal da companhia.”
“(As empresas) foram construir no Brasil inteiro como se fosse uma virtude, mas era uma ação temerária. Muitas agora estão recuando”, acrescentou o professor da USP, ressaltando que “era possível prever que empresas apresentariam prejuízo adiante, pelos orçamentos otimistas demais.”

Desde o início deste ano, as companhias já reduziram o ritmo de lançamentos, como forma de se adaptar a esta nova realidade, priorizando a rentabilidade e a venda de estoques antes de ofertar novas unidades. Diante deste ajuste de oferta e da reorganização das operações das empresas, a perspectiva dos profissionais é de que o próximo ano marque um retorno ao crescimento do setor.

“Estamos passando por um ano de ajustes, reconhecendo anos de execução ruim em poucos trimestres, mas temos motivos para acreditar em recuperação a partir do ano que vem, vai ser muito melhor que 2012″, afirmou o analista David Lawant, do Itaú BBA, citando a nova safra de projetos que tiveram início em 2010. Ele ponderou, contudo, que “incertezas ainda existem”, sendo o estouro de custos uma das preocupações do mercado. “Podemos ter mais alguma (revisão de custos).”

sexta-feira, julho 13

Um pequeno passo para o mundo, mas um grande passo para o Brasil

Com o corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, definido na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira (11), o Brasil mudou de posição entre os países do Bric (Brasil, Russia, Índia e China), e é agora o terceiro da lista. Em juros reais, que é calculado considerando as taxas de juros atuais descontada a inflação projetada para os próximos 12 meses, os juros brasileiros são de 2,6%. Em primeiro lugar está a China (com 3,7%) e em segundo está a Rússia (com 3,5%). No ranking dos juros nominais na América do Sul, o Brasil também fica em terceiro, agora com a taxa de 8% ao ano, bem atrás da Venezuela (15,65%) e da Argentina (9%). Mesmo com a crise mundial dos países desenvolvidos, o Brasil começa a trilhar um novo modelo econômico para atrair capital externo, não mais o expeculativo (de curto prazo) e sim o produtivo (de longo prazo), apostando as fichas na força de seu mercado interno e nas (necessárias) obras de infraestrutura e no forte mercado imobiliário. A tendência entre investidores de renda fixa é a migração de parte do portfólio para ativos de longo prazo, como imóveis e FII (Fundos Imobiliários), ou a volta do capital para o setor produtivo.

quarta-feira, maio 9

São 50 mil hóspedes, 33 mil quartos e a conta não fecha para o Rio+20




São esperadas cerca de 50 mil pessoas para o evento. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis, o Rio tem um total de 33 mil quartos — de albergues a hotéis cinco estrelas. As delegações da Rio+20, também de acordo com a BBC Brasil, buscam hotéis de alto padrão, de quatro e cinco estrelas.

Levantamento do site Hoteis.com divulgado no mês passado mostrou que os hotéis cinco estrelas do Rio registraram os preços mais altos do mundo em 2011, com tarifa diária média de R$ 1.178, frente a R$ 970 em Nova York, a segunda mais cara. De acordo com uma fonte de um consulado europeu no Rio, citada pela BBC Brasil, as diárias para mais de cem pessoas durante a Rio+20 custaram ao país entre R$ 800 e R$ 1.400.


Devido aos preços cobrados pelos hotéis durante a Rio+20, que ocorre entre os dias 13 e 22 de junho, delegações europeias decidiram reduzir o número de participantes em 30%, disse o chefe da Seção de Cooperação da Delegação da União Europeia no Brasil, Jérôme Poussielgue, em entrevista ao site BBC Brasil.

“Acho que os donos de hotéis sabem que 50 mil pessoas vão para o Rio e que vão ganhar muito dinheiro com isso. As pessoas vão precisar de quartos e eles põem preços loucos porque sabem que vai ter gente para pagar. Mas muitas embaixadas resolveram reduzir o número de pessoas em suas delegações”, afirmou ao site, acrescentando que a redução foi detectada em reuniões com embaixadas europeias em Brasília. “Estamos fazendo o necessário para poder ir, mas é um preço muito alto. Isso tem um impacto sobre o número de pessoas e sobre os diálogos que se pode ter.”


População europeia pode questionar gastos
“É um evento voltado para a sustentabilidade. Se os jornalistas ficam sabendo que estão sendo pagos preços de 500 ou 600 por noite, isso passa uma má imagem. Mas não temos muita escolha, temos que aceitar as propostas das agências e dos organizadores brasileiros. Mas será difícil explicar isso ao nosso público na Europa”, afirmou a fonte à versão ao site britânico.

As reservas feitas pela delegação da UE variam entre R$ 1.300 e R$ 1.880 por dia — esta do cinco estrelas no Arpoador Fasano. Para Poussielgue, o principal problema é o preço de hotéis de nível médio, que se agrava com a prática de cobrar por pacotes completos, fazendo com que as delegações tenham que pagar por um período longo, mesmo que a hospedagem seja só por apenas três dias, por exemplo.

Até motéis aceitam reservas
De olho nos hóspedes da Rio+20, o empresário espanhol Secundino Lema interromperá o serviço rotativo em seus três motéis durante toda a conferência da ONU. Exceto em 12 de junho, Dia dos Namorados, o de maior movimento no ano, justificou em entrevista ao site BBC Brasil.

Alguns motéis da cidade estão começando a atender também ao segmento corporativo, com diárias em torno de R$ 300 em vez do sistema de rodízio de horas. Cerca de três mil leitos já foram repaginados. Antonio Cerqueira, do Sindicato de Bares, Hotéis e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio), disse à BBC Brasil que esses motéis estão sendo procurados pela agência oficial de reservas para delegações internacionais da Rio+20, a Terramar.

´Após ser contatado pela Terramar, o empresário espanhol se comprometeu a reservar vagas de seus três motéis — Skorpios, Hawaii e Serramar, na Barra — durante a conferência, de 13 a 22 de junho. A única exigência é que durante esse período, o motel funcione apenas como hotel.

terça-feira, abril 17

Projeto de Lei que regulamenta locação de imóveis sob medida (built to suit) é aprovado na Câmara

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, proposta que incorpora à Lei do Inquilinato (8.245/91) os chamados contratos built to suit (de imóveis construídos ou reformados sob encomenda).

Pela proposta, os termos desse tipo de locação serão pactuados livremente pelas partes nos contratos. O projeto seguirá para análise do Senado, caso não haja recurso para que sua tramitação passe pelo Plenário. Foi aprovado substitutivo do relator, deputado Ricardo Berzoini (PT-SP), ao Projeto de Lei 6562/09, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT).

Na elaboração do texto final o relator aproveitou praticamente na íntegra o PL 356/11, do deputado licenciado Julio Lopes (PP-RJ). Regras De acordo com o texto aprovado, pelo prazo estipulado para duração da locação do imóvel, o proprietário não poderá solicitá-lo de volta. Ao locatário, no entanto, o projeto concede a possibilidade de romper o contrato antecipadamente, desde que pague o valor correspondente aos aluguéis devidos até o fim do prazo acordado. O projeto deixa explícito ainda que essas regras valem apenas para imóveis construídos sob encomenda ou que sofram reforma “substancial” requerida pelo locatário.

Deixa claro ainda que os contratos de locação devem ser registrados no registro de títulos e documentos da situação do imóvel. O projeto original apenas retira expressamente os contratos de locação de imóveis construídos ou reformados sob medida da Lei do Inquilinato. O projeto também não especifica o tipo de reforma, como faz o texto aprovado.

6 opções para driblar a falta de ponto comercial

Com altos preços e disputa acirrada, empresas procuram alternativas ao tradicional ponto comercial

Quando se pensa em ponto comercial é mais fácil lembrar de dificuldades do que de soluções. A combinação da escassa disponibilidade com os altos valores praticados nos últimos tempos tem obrigado, especialmente pequenos empreendedores com menos capital inicial, a apostar em alternativas até então impensadas.

Para o professor de Marketing do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) Silvio Laban, não há esperança pela queda dos preços cobrados em grandes e conhecidos pontos comerciais. “Não parece haver sinal de que os preços caiam no curto prazo, mas isso vai depender de como a economia vai se comportar este ano e, isso, ainda é imprevisível.” O presidente da Fran Systems, consultoria em desenvolvimento de negócios e de franquias, Batista Gigliotti, relaciona alguns fatores que influenciaram no aumento astronômico dos preços de imóveis, em especial os comerciais. “Com a economia aquecida, o crescimento da população e o aumento do poder de compra de classes sociais antes abastadas, a procura por comércio aumentou. Porém a quantidade de shoppings não atende a demanda e a velocidade com que são construídos novos não é na mesma velocidade do mercado.” 

Além da valorização dos shoppings, os conhecidos polos de compras em ruas também sofreram vertiginosos aumentos na procura. “Com a diminuição dos índices de criminalidade, as pessoas se sentem mais à vontade para fazer comprar nas ruas”, afirma Gigliotti. Segundo Gigliotti, no entanto, apesar das adversidades, sempre há oportunidades em qualquer lugar do mercado. “É preciso apenas ver se o que você pode pagar, em função da lucratividade, é o que o mercado está pedindo no imóvel que você deseja”.

O bom ponto, portanto, é aquele em que as contas fecham, independente de ser em um local alternativo. Veja, abaixo, boas opções de para encontrar um ponto comercial fora da estratégia habitual:

1. Áreas compartilhadas
Destacadas por Gigliotti como uma nova tendência, buscar pontos em pequenos polos, que tenham até 10 lojas, pode ser uma boa alternativa para quem deseja fugir das opções mais caras. “Tem centros de vizinhança crescendo muito. São complementares, geradores de tráfego conjunto”, afirma o consultor. Um dos grandes exemplos desse tipo de inciativa compartilhada é o Conjunto Nacional, na Avenida Paulista.

2. Pontos revitalizados
Ruas de comércio antigo, que perderam a importância, mas têm recebido investimentos governamentais para retomar o fôlego, também são boas opções. O consultor Batista Gigliotti cita algumas regiões de São Paulo, antes abandonadas, mas que hoje tem apresentado um crescimento. “É o caso de locais do Centro, com a revitalização promovida pelo governo, bem como Diadema, antes considerada uma cidade com nível social baixo, mas cuja realidade está mudando”.

3. Regiões inexploradas
O consultor da Fran Systems destaca que todas as cidades com mais de 800 mil habitantes passam por transformações constantes no que diz respeito à valorização de pontos. A lógica vale na hora de investir em uma região até então nunca explorada, mas que pode vir a ser um polo, como Itaquera, com o estádio que deve receber jogos da Copa do Mundo. “Terminais de ônibus e metrô são uma ótima opção, já que você não precisa gerar o fluxo, mas aproveita o que o local já disponibiliza”, diz. Um bom gerador de tráfego de pessoas do qual o empreendedor pode se aproveitar são as farmácias 24 h ou locais próximos a agências bancárias. Segundo o professor de marketing do Insper, a decisão entre fazer um local virar um ponto comercial ou investir em algum sobre o qual já se tenha mais informações e menos risco depende da disponibilidade financeira e do tipo de negócio que se pretende abrir.

4. Internet 
Usar o ponto comercial só como uma vitrine e utilizar a internet para vender é uma das opções que barateiam os custos com ponto comercial. “Para apostar nesse modelo, o ponto não precisa ser grande e reduz gastos”, diz o professor do Isper. O consultor também acredita na ideia de que mais é menos. Segundo ele, é necessário introduzir tecnologias para melhorar o uso dos espaços. “Coisas estão cada vez mais compactas e todos terão que repensar seus negócios”.

5. Identifique negócios compatíveis com polos
Como destaca Laban, uma rua cujo comércio de materiais de construção predomina aceita alguns outros negócios. “O empreendedor poderia aproveitar o fluxo de pessoas naquela região e ver outras oportunidades”. Além de apostar em ruas com força em um tipo de mercado, o professor sugere aproveitar ou tentar atrair o movimento também para as transversais e paralelas. 

6. Pontos mortos
Não são apenas as lojas prontas, em pontos já conhecidos ou dedicados a um negócio, que podem servir de ponto para o seu comércio. “Não é um ponto. Está em uma localização com certo fluxo e a pessoa foi lá e fez uma loja”, ressalta Silvio Laban. Entre os espaços que podem ser aproveitados, o especialista cita estacionamentos desativados ou em uso como o de supermercados e até terrenos baldios. “Um empreendedor pode limpar um terreno, montar uma estrutura e montar ali um ponto”.

Outra possibilidade é a instalação dos pontos em conteiners, como a loja da Starbucks (foto). Vale lembrar que a regularização do ponto na prefeitura é essencial.

Fonte: Exame.com

quinta-feira, abril 5

Preço do metro quadrado mais caro de SP é três vezes maior que o do mais barato. No Rio de janeiro é 1.200%

São Paulo
Com preço 261% maior que o do bairro mais barato de São Paulo, a região do Ibirapuera/Vila Nova Conceição, localizada na zona sul da cidade de São Paulo, tem o metro quadrado mais valorizado do município em março, segundo revela o índice Fipezap, elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis.

De acordo com o levantamento, o preço do metro quadrado de um apartamento no Ibirapuera - Vila Nova Conceição chegou a R$ 9.913 (preço médio do bairro), ou  57,47% mais caro do que o preço médio (do metro quadrado) apurado na cidade, de R$ 6.295 no terceiro mês do ano. A região do Jardim Paulistano foi a segunda mais valorizada de São Paulo, com o preço médio de R$ 8.749/m². Já a Vila Carmosina é a área mais em conta - R$ 2.746.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, a diferença entre o preço médio do metro quadrado apurado no terceiro mês do ano (R$ 7.796) e o valor mais caro da cidade (de R$ 17.448, no Leblon) é de 123,81%. Na capital fluminense, os bairros mais caros, além do Leblon, são Ipanema (R$ 16.405), Lagoa (R$ 14.199), Gávea (R$ 13.247) e Jardim Botânico (R$ 12.527).

Os bairros de Senador Câmara e Pavuna, por outro lado, estão entre os mais baratos da cidade, com o metro quadrado em R$ 1.364 e R$ 1.311, respectivamente.

segunda-feira, abril 2

Pão de Açúcar lança projeto imobiliário

Ao invés de investir em nova loja na região, o Grupo Pão de Açúcar lançará em abril um prédio residencial anexo à loja da bandeira Pão de Açúcar, no bairro Jardim, em Santo André.

O braço imobiliário da varejista, GPA Malls & Properties, fez parceria com a construtora e incorporadora paulistana RFM. O aporte na obra será de R$ 40 milhões e o potencial de vendas de R$ 360 milhões. A torre terá 64 apartamentos, sendo 60 deles com 120 metros quadrados e quatro coberturas com 193 m². Os preços ainda não foram definidos, mas o diretor da RFM, Marcio Botana Moraes, estima que os valores serão a partir de R$ 550 mil.
"Atenderemos um público que procura imóvel entre o médio", diz Moraes. Os apartamentos podem ter plantas com dois, três ou quarto dormitórios. O Figue, nome do projeto, o primeiro da RFM na região, e outros dois já estão em estudo. Segundo o executivo, o prédio será nos moldes de lançamento feito na Rua Oscar Freire, mas com preço do metro quadrado de R$ 5.000 e R$ 6.000. Na Capital, o valor da metragem fica entre R$ 10 mil e R$ 15 mil. As obras estão previstas para começar em outubro e a entrega será em 2014.

Estratégia
Em 2009, o Pão de Açúcar decidiu constituir um braço imobiliário para administrar os imóveis da companhia e explorá-los comercialmente, em especial as áreas dos hipermercados. Mas foi no ano passado que o GPA Malls & Properties fez o primeiro lançamento junto com a Cyrela com valor de vendas de R$ 550 milhões. O diretor-geral do GPA M&P, Alexandre Vasconcellos, diz que o empreendimento também ajudará a alavancar o fluxo de consumidores no supermercado.
"Temos 25 projetos para lançar nos próximos dois anos com construtoras. É possível que novas oportunidades surjam na região." Os futuros projetos podem acontecer nos terrenos de hipermercados ou minimercados da marca Extra, acrescenta o diretor de expansão e desenvolvimento da empresa, Roberto Martensen. Ele afirma que outras áreas estão em análise, tanto para minimercados quando para prédios residenciais.

A divisão imobiliária da varejista teve como modelo de negócios projetos do sócio francês Casino, que assumirá o controle do Grupo Pão de Açúcar em junho.

sexta-feira, março 23

O peso (no bolso) das vagas de garagem

O preço de uma vaga na garagem pesa no bolso do comprador de imóveis da cidade de São Paulo, segundo pesquisa feita pela Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo).

De acordo com a pesquisa, até os anos de 1930, era praticamente zero a destinação de vagas de garagens nos edifícios da cidade. No entanto, com aumento expressivo no número de veículos com relação à população da capital paulista, os prédios começaram a apresentar uma proporção de 6,5% de área de vagas de garagem em relação à área total construída.

Essa proporção foi crescendo com o passar do anos. Em 1960, o índice era de 13%, em 1985, de 22,5%, e em 2001 atingiu seu patamar máximo, de 29,59%, estacionando em torno de 25% entre os anos de 2002 e 2010.

Apartamento sem garagens
Em 2010, foram lançados 1.374 edifícios sem garagens , o que representa apenas 3,7% do total ofertado naquele ano. Já o custo para adquire um apartamento com garagem é alto.
“Vamos supor que um apartamento de 100 metros quadrados custe R$ 700 mil. O comprador está pagando a área privativa, as áreas comuns e mais 30 metros, em média, para o automóvel. Cerca de um terço da área total comprada é estacionamento”, explica o administrador de empresas, responsável pela pesquisa, Hamilton França Leite Junior. Nessa caso, as vagas representariam o equivalente a R$ 210.000,00! Segundo Leite Junior, esse custo adicional somente será reduzido quando a cidade tiver um sistema de transporte público de qualidade.
Para ele, a manutenção do crescimento da área para estacionamento na mesma proporção registrada entre 2006 e 2010 representaria uma diferença de aproximadamente 600 mil metros quadrados de área para automóveis que poderiam deixar de ser construídas, em relação a um cenário otimista, de queda acentuada desta relação, apenas no ano de 2020. “Isso significa R$ 500 milhões que poderão ser economizados, apenas naquele ano, se houverem as condições necessárias para que a redução desta relação possa acontecer”, explica.

Bons exemplos
Em cidades como São Francisco, Nova York e Londres, as áreas destinadas para os automóveis nas garagens dos edifícios é determinada por lei, de acordo com a infraestrutura viária e de transporte existente na região. Com isso, alguns edifícios têm muitas vagas e outros nenhuma.
Em São Paulo, mesmo com uma lei que regulamente esse espaço, é raro encontrar um empreendimento sem garagem.
Para Leite Junior, a solução estaria em uma revisão da lei, que atualmente determina limites mínimos, para uma lei que limitasse as áreas onde devem ser construídas garagens, assim como ocorre em outras cidades fora do Brasil.
“Às vezes, por causa da lei, o empreendedor é obrigado a construir vagas em um local em que ele não precisaria fazê-las, como nas regiões próximas de estações de metrô. No exterior é comum modernos prédios comerciais sem vagas”, ressalta.
Medidas como essa ajudariam nas questões de trânsito da cidade, pois iria motivar as pessoas a usarem o transporte público.
Fonte: InfoMoney

Lopes lucra mais em 2011, mas BR Brokers tem vendas maiores

A concorrência das duas maiores empresas de intermediações imobiliárias do país – Brasil Brokers e a LPS Brasil, conhecida como imobiliária Lopes – segue acirrada. No ano passado, a Brasil Brokers vendeu mais que a concorrente, mas foi a Lopes que apresentou melhor desempenho que a concorrente em lucro líquido e receita líquida. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Lopes, Marcello Leone, os melhores indicadores para avaliar a companhia são a receita líquida e o Ebitda, que “representam porte e tamanho”. Já o diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da Brasil Brokers, Álvaro Soares, afirma que o critério de comparação mais indicado é o de vendas.

No ano passado, a Lopes registrou lucro líquido depois da participação dos minoritários de R$ 142,6 milhões. Se considerado o lucro antes da participação dos minoritários, o valor foi de R$ 150,6 milhões. O lucro líquido da Brasil Brokers foi de R$ 106,6 milhões. A Lopes registrou receita líquida de R$ 432,4 milhões, em 2011, e a Brasil Brokers, de R$ 407,711 milhões. A Lopes informou geração de caixa medida pelo Ebitda de R$ 165 milhões, superior aos R$ 151,66 milhões da concorrente. A margem Ebitda da Lopes foi de 38,2%, superando o indicador de 37,2% da Brasil Brokers.

Aquisições continuam no radar das duas concorrentes, principalmente no segmento de usados
O critério utilizado pela Lopes para calcular o Ebitda exclui a linha outras despesas (receitas) operacionais, que considera efeitos não caixa do IFRS como indicador de desempenho. Conforme a Economática, se o cálculo tivesse sido feito nos módulos tradicionais, o Ebitda da Lopes teria sido de R$ 138,5 milhões, e a margem Ebitda ficaria em 32%. Nesse caso, o desempenho da Brasil Brokers teria sido melhor nos dois indicadores.

Soares, da Brasil Brokers, ressalta que é preciso ponderar que o desempenho dos indicadores financeiros da Lopes são influenciados pela operação que a concorrente possui com o Itaú Unibanco. Na receita bruta da Lopes em 2011, de R$ 484,2 milhões, parcela de R$ 14,5 milhões refere-se à apropriação de receita da operação Itaú. Em parceria com o banco, a Lopes tem a CrediPronto!, que atua em financiamentos imobiliários, com foco no mercado de imóveis usados. No ano passado, o financiamento feito pela Credipronto somou R$ 1,271 bilhão.

“A Brasil Brokers é a maior empresa do segmento do país, considerando a operação de intermediação imobiliária”, diz Soares. No ano, Brasil Brokers ficou com a liderança em vendas contratadas, com R$ 19,4 bilhões, com 74,130 mil unidades comercializadas. A Lopes vendeu R$ 18,2 bilhões, com 63,171 mil unidades. No quarto trimestre, porém, a relação foi inversa: Lopes comercializou R$ 5,471 bilhões, e Brasil Brokers, R$ 5,176 bilhões.

De outubro a dezembro de 2011, a Lopes teve o melhor desempenho também nos valores informados em vendas, receita líquida, Ebitda e lucro líquido, o que ocorreu, segundo Leone, devido à concentração de 39% dos lançamentos no período. Os lançamentos do ano passado se concentraram nos últimos meses devido à sazonalidade do setor e à demora na liberação de licenças para os projetos. Na Brasil Brokers, 34% dos lançamentos ocorreram no quarto trimestre.

No ao passado, a Brasil Brokers lançou R$ 37,858 milhões, superando os R$ 31,820 milhões da concorrente Lopes.
Nenhuma das empresas informou ter sentido retração na demanda neste início de ano. Em relação aos preços, a expectativa tanto de Lopes e quanto da Brasil Brokers é de estabilidade no decorrer de 2012. Segundo Soares, aumentos acima da inflação podem ocorrer no Rio de Janeiro e em regiões específicas de São Paulo, como Itaim, Moema e Vila Nova Conceição, onde a disponibilidade de terrenos é menor.

Aquisições continuam no radar das duas companhias, principalmente no segmento de imóveis usados, mas compras de empresas focadas em unidades novas podem ocorrer.

Chiara Quintão
Fonte: Valor

quinta-feira, fevereiro 23

A hora e a vez dos ativos imobiliários

O mercado sinaliza para uma provável queda dos juros abaixo do 9,5% ainda neste ano. Se isso se comprovar, a taxa líquida da renda fixa deverá ficar em torno de 7,5% (já deduzidos IR sobre os ganhos e taxas de administração).

Para os investidores que desejam obter uma rentabilidade superior a alternativa será  investir em FII (Fundo de Investimento Imobiliário) ou administrar carteira própria de imóveis para renda. No ano passado a rentabilidade líquida média dos FII foi de 9,16% do valor das quotas, segundo um estudo da consultoria Uqbar. Além da rentabilidade, já considerada excelente, outro fator importante é que os contratos de locação são reajustados em geral pelo  IPCA ou IGP-M e anualmente isso reflete na valorização das quotas ou do imóvel, engordando ainda mais os ganhos do investidor. Então se comprar bem, além da rentabilidade, o investidor poderá ter um ganho real no valor do ativo, acima da inflação.

Então se você pretende mudar de posição em seus investimentos, fique atendo as nossas recomendações:

Evite monousuários, exceto se for uma empresa de primeira linha e com contrato atípico de locação, superior a 10 anos. Não sendo possível realizar investimentos dessa ordem, escolha fundos ou imóveis locados para diversos inquilinos. Para pequenos investidores uma alternativa é aplicar em fundo imobiliário de um Shopping por exemplo, que recebe um percentual do aluguel de centenas de lojas. Se uma delas deixar de pagar, portanto, é provável que o quotista do fundo nem perceba porque não haverá impacto no pagamento mensal de dividendos.

Prédios de escritórios de alto padrão também são a bola da vez, pois as taxas de vacância estão próximas a zero. Isso significa que nesses edifícios há uma fila de espera de inquilinos. Se uma empresa sair hoje, entra outra no lugar quase que imediatamente. Para se ter uma ideia do potencial do mercado Triple A, alguns edifícios nunca tiveram inadimplência nem vacância desde sua constituição. Além disso a maioria dos contratos de locação comercial de grandes lajes, permitem uma revisão dos aluguéis a cada três anos para refletir melhor a oferta e a demanda. No ano passado, algumas dessas lajes tiveram reajustes de mais de 20%. Assim se um inquilino deixar o imóvel não se preocupe, porque é possível colocar outro cobrando inclusive mais.

Outro segmento que merece atenção é dos condomínios logísticos nas proximidades de São Paulo, que apresentam forte demanda.

Em qualquer das suas opções ao pensar em investir em ativos imobiliários faça sua escolha baseado na localização do empreendimento versus a vocação da região.  Por exemplo: em tratando-se de imóveis corporativos procure investir onde as empresas de primeira linha querem estar e onde não há, nem vai haver grande oferta, como a região da Faria Lima e da Avenida Paulista em São Paulo. Já a Barra Funda ou Alphaville, que tem alta taxa de vacância e potenciais áreas de novas construções fique atendo: os riscos podem ser maiores.

E por fim lembre-se que com o crescimento do PIB brasileiro nos próximos anos e a diminuição das taxas de juros compões o cenário ideal para uma falta de imóveis e um excesso de inquilinos.

Preços levam São Paulo à quarta posição entre as cidades mais atraentes para investimento do mundo

Nos últimos cinco anos, alugar um escritório de alto padrão na cidade de São Paulo ficou duas vezes mais caro. Segundo estudo da Colliers International, os valores médios praticados na cidade passaram de R$ 52,5 em 2006 para R$ 118,5 m²/mês no quarto trimestre de 2011. A região da Faria Lima segue tendo o valor mais alto para instalação, com preço máximo pedido de R$ 200,00 m²/mês.

A falta de oferta de modo geral é uma das justificativas para o aumento. No final do ano passado, em relação ao 3º trimestre, os preços médios de locação tiveram alta de 7,2%. Esse índice aumenta para 17,9% quando comparados ao quarto trimestre de 2010. As regiões da Faria Lima e do Itaim apresentaram a maior elevação dos preços médios durante o ano, 28% e 26%, estando hoje com média de R$ 185,00 e R$ 178,00 m2/mês, respectivamente.

De acordo com a Colliers, regiões como Alphaville, Barra Funda, Berrini, Chácara Santo Antônio, Marginal Pinheiros e Roque Petroni possuem valores abaixo da média. A oferta é um dos motivos para a redução de preços em Alphaville, que teve a entrada do empreendimento Castelo Branco Office Park Torre II. Tais números comprovam que o setor imobiliário segue extremamente atrativo para investimento.

Levantamento da Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire) mostra que São Paulo passou de 26ª para quarta cidade mais atraente para aplicação em imóveis comerciais, ficando atrás de Nova York, Londres e Washington. Fonte: Exame.com

quarta-feira, fevereiro 8

Lucro do Itaú é o maior do sistema bancário do Brasil


O Itaú Unibanco teve em 2011 o maior lucro já alcançado por um banco na história do Brasil, com o resultado de R$ 14,621 bilhões anunciado nesta terça-feira, uma alta de 9,7% em relação ao desempenho de 2010 quando lucrou R$ 13,323 bilhões. O Bradesco lucrou R$ 11,028 bilhões em 2011 e a operação brasileira do Santander, R$ 3,557 bilhões.

O Itaú Unibanco registrou ativos de R$ 851,3 bilhões, 11,79% superior aos R$ 761,53 bilhões informados pelo Bradesco. Foi a menor diferença desde então, segundo a Economática. A instituição publicou ainda que sua carteira de crédito no final de dezembro totalizava R$ 397 billhões, um crescimento de 19% em 12 meses.
O volume de empréstimos por meio de cartões de crédito alcançou R$ 38.961 bilhões, 18% a mais do que em 2010, seguido por crédito pessoal, cuja alta de 47% elevou o montante a R$ 35,069 bilhões. O destaque de crescimento se deu na área de crédito imobiliário que teve o maior percentual de aumento, de 66,7% em relação a 2010 com um volume de R$ 13,450 bilhões destinados a pessoa física.
Roberto Setubal acredita que a diminuição da taxa Selic e a consequente reflexo da margem do banco será compensada pelo aumento da carteira de crédito, informa a agência Estado.

Em razão do forte crescimento da carteira de empréstimos, o banco aumentou no quarto trimestre as despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa em 39% em relação a 2010, para R$ 5,453 bilhões - pouco mais do que o total das receitas de serviços e tarifas bancárias, que ficou em R$ 5,088 bilhões no período. O total de créditos recuperados, após provisionados, foi de R$ 1,574 bilhão. Enquanto isso, o índice de inadimplência total, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, subiu de 4,2% para 4,9%. Setubal acredita que apesar do aumento da taxa, que teve alta em 2011, deve estabilizar em 5%.

sábado, janeiro 28


SP 458 anos: construções que representam toda a diversidade da arquitetura paulistana ao longo de sua história



A arquitetura de São Paulo é um reflexo da diversidade que caracteriza a cidade. Suas curvas são a mistura de tendências arquitetônicas que marcaram períodos importantes da história do Brasil. Das casas em estilo colonial e igrejas erguidas até o século XIX à influência francesa no início do século XX, em estilo art decó e art nouveau. 

Dos arranha-céus dos anos 1920 ao estilo modernista a partir da década de 1930 e o pós-moderno. Hoje predominam os edifícios espelhados e com característica futurista. Entre os símbolos destas tendências estão o Museu de Arte Sacra, de estilo colonial clássico, a Estação Júlio Prestes e o Viaduto do Chá, de declarada influência francesa, os modernistas MASP e Oca do Ibirapuera, além dos edifícios high-tech da região da Berrini e Vila Olímpia. Sem contar edifícios famosos, como o Copan, de Niemeyer e o prédio do Banespa.

Em meio a esse contexto, listar os ícones da arquitetura da cidade não é tarefa simples, nem tão pouco unânime, mas, sem dúvida, vale a pena conferir:

Museu de Arte Sacra
Localiza-se na ala esquerda do Mosteiro da Luz, fundado em 1774 por iniciativa de Frei Galvão. É a única edificação colonial do século XVIII em São Paulo a preservar seus elementos, materiais e estrutura originais. Encontra-se inserido em meio à última chácara conventual urbana do país. Foi tombado como monumento arquitetônico de interesse nacional em 1943, pelo então SPHAN (atual IPHAN) e, posteriormente, pelo Condephaat.

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Estação Júlio Prestes
A histórica estação ferroviária foi projetada por Cristiano Stockler das Neves em 1925 no estilo francês Luís XVI e concluída em 1938. Na década de 1990, foi restaurada e o seu interior onde existia um jardim clássico francês de 960 metros quadrados foi convertido em uma sala de concertos, a Sala São Paulo. Atualmente serve aos trens da Linha 8 da CPTM.

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Viaduto do Chá
A atual construção, de concreto armado, data de 1938 e foi feita para substituir o projeto original de 1892, idealizado pelo francês Jules Martin, cuja estrutura de metal alemão com assoalho de madeira já não suportava mais o grande número de pessoas que por lá passavam diariamente. O projeto original foi o primeiro viaduto construído na cidade.

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MASP
O Museu de Arte Moderna de São Paulo Assis Chateaubriand localiza-se em um edifício projetado pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, famoso pelo vão-livre de mais de 70 metros que se estende sob quatro enormes pilares. O edifício é considerado um importante exemplar da arquitetura brutalista brasileira e um dos mais populares ícones da capital paulista, sendo tombado pelas três esferas do poder executivo - Iphan (federal), Condephaat (estadual) e Conpresp (municipal).

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Oca
O Pavilhão Lucas Nogueira Garcez, popularmente conhecido como Oca, é um pavilhão de exposições localizado no Parque do Ibirapuera. Foi projetado por Oscar Niemeyer em 1951, para compor o conjunto arquitetônico original do parque, construído para comemorar o IV Centenário da Cidade de São Paulo, que se deu em 1954.

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Copan
O edifício de linhas sinuosas e elegantes, projetado por Oscar Niemeyer, é um dos mais emblemáticos da cidade. É bastante conhecido por sua geometria sinuosa, que lembra uma onda, e pelos números superlativos de suas estatísticas: tem 115 metros de altura, 35 andares (incluindo três comerciais), além de dois subsolos, e cerca de dois mil residentes. É considerada a maior estrutura de concreto armado do Brasil. Possui 1.160 apartamentos distribuídos em seis blocos, sendo considerado o maior edifício residencial da América Latina. A área comercial no térreo possui 72 lojas e um cinema, o antigo Cine Copan, que funcionou até 1986. A ideia era inspirada no Rockefeller Center, de Nova York, condomínio que unia um grande centro comercial e de lazer a residências. Assim como a Oca, também foi encomendado para o IV Centenário da cidade, que viria a ser comemorado em 1954.

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Edifício do Banespa
O Edifício Altino Arantes, também conhecido como Edifício do Banespa ou Banespão,foi construído a partir de 1939 para sediar o Banco do Estado de São Paulo (Banespa). Após sua inaguguração, em 1947, chegou a ser considerado a maior estrutura em concreto armado do mundo e o prédio mais alto da cidade, até ser superado pelo Mirante do Vale, em 1960. Seu projeto inicial foi alterado para fazê-lo à semelhança do Empire State Building, em Nova Iorque.

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Edifício Casa das Arcadas
O edifício Casa das Arcadas foi construído na segunda metade da década de 1920 por Siciliano & Silva. Seu nome faz referência aos arcos que ornamentam a fachada externa nos dois primeiros pavimentos e também aos advogados que mantinham escritórios no local, formados pela faculdade de Direito do Largo São Francisco, cujo apelido é ‘Arcadas’. O edifício, propriedade da FAAP, passou por uma grande obra de restauro em 2009 e hoje continua a ser ocupado pela famosa loja de calçados Fidalga, inaugurada em 1928 e por prestadores de serviços e estabelecimentos comerciais de diversas áreas, como advogados, médicos, óticas, livreiros, ourives e escritórios imobiliários.

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Biblioteca Mário de Andrade
A principal biblioteca pública da cidade localiza-se em uma recém-reformada construção projetada pelo francês Jacques Pilon em 1943. Seu edifício-sede, no centro histórico da capital paulista, é um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade. A recente intervenção abrangeu a modernização dos serviços e aparatos tecnológicos de pesquisa e a restauração de parte de seu mobiliário.

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Casa de Vidro
Projetada em 1950 por Lina Bo Bardi para ser a residência da arquiteta italiana e seu marido Pietro Maria Bardi, a ousada construção abriga hoje parte da coleção de arte particular adquirida ao longo dos anos pelo casal. Em 1987, a famosa Casa de Vidro foi tombada pelo Condephaat.

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Prédio da FAU-USP
O edifício da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo no campus da Universidade de São Paulo teve seu projeto encomendado a Vilanova Artigas. Sua construção, iniciada em 1966 e concluída em 1969, mostra-se externamente como um grande paralelepípedo em concreto, sustentado por pilares em forma de trapézios duplos, apoiados levemente sobre o solo. Ao contraste entre os leves pontos de apoio e o peso do volume que eles sustentam combina-se o jogo entre planos fechados (no alto) e superfícies envidraçadas ou abertas (na parte de baixo). O movimento que a frente propõe permite entrever os espaços internos do edifício, eles também pensados a partir da alternância de planos altos e baixos, cheios e vazios, linhas retas e curvas (empregadas no caracol destinado à direção do museu). A proposta central do projeto reside na idéia de continuidade espacial, que o grande vazio central explicita. Os seis pavimentos, ligados por rampas largas de inclinações suaves e variáveis, dão a sensação de um só plano.

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Sesc Pompéia

Sediado em um conhecido edifício projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi em 1977, a partir de uma fábrica de tambores. Ao visitar a fábrica, onde seria implantado o Sesc, a arquiteta encontrou uma bela construção, feita com estrutura de concreto armado com vedações em alvenaria, pioneira no Brasil. A arquiteta, então, reinventou a construção, mantendo o espaço livre dos galpões, mas reprojetando as funções da antiga estrutura, de forma a transformar o projeto de tecnologia fabril em um projeto moderno.

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Residência James King
Construída em 1972 para abrigar uma família com cinco filhos, a casa assinada pelo premiado arquiteto Paulo Mendes da Rocha possui linhas retas e concreto aparente, integrando-se com o entorno natural da região.

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Edifício Itália
O Edifício Itália (cujo nome oficial é Circolo Italiano) é o segundo maior da cidade de São Paulo e do Brasil em altura, com 165 metros distribuídos em 46 andares. Inaugurado em 1965, é atualmente um dos marcos da cidade, protegido pelo Patrimônio Histórico por ser um dos maiores exemplos da arquitetura verticalizada brasileira. Um dos maiores destaques do edifício é o restaurante localizado no seu topo, conhecido como Terraço Itália, que permite uma vista em 360 graus da cidade, sendo um dos maiores pontos turísticos da capital paulista. No andar térreo do edifício há também um teatro e uma galeria. Os demais andares são ocupados por escritórios.

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Mirante do Vale
Maior edifício já construído no país, com 170 metros de altura e 51 andares. Projetado pelo arquiteto Waldomiro Zarzur, sua construção começou em 1960 e foi inaugurado 1966. Desde sua conclusão, nenhum edifício conseguiu superar sua altura, mantendo o título de maior arranha-céu do Brasil desde então.

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sexta-feira, janeiro 27

Café, açúcar, minérios e agora, apartamentos

O boom imobiliário brasileiro vira atração internacional e mobiliza bancos estrangeiros e fundos de pensão para investir em ações do setor no País. Da Suíça ao Canadá, passando pelos Estados Unidos e Reino Unido, investidores estão sendo atraídos pelos lucros da construção civil no Brasil.

Na semana que vem, o banco privado suíço Vontobel lançará um produto para investidores que queiram aplicar no Brasil. Não se trata de ações da Embraer ou de empresas de mineração e açúcar e álcool. O chamariz é o setor imobiliário. O banco selecionou ações de 12 empresas que já atuam no setor de construção no Brasil e criou uma cesta para oferecer a investidores.

"Já temos recebido telefonemas de interessados", disse o chefe de produtos financeiros do banco, Lionel Pilloud. Segundo ele, se essa primeira experiência funcionar, o banco não descarta ampliar a oferta nos próximos meses.

A conta é simples: há ainda um déficit habitacional enorme no Brasil, a economia e os salários aumentam e as obras para a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos estão apenas começando.

Para atrair investidores, o banco aponta que, entre 2008 e 2010, o preço de lançamentos em São Paulo dobrou. Além disso, enquanto o investimento em imóveis por habitante chega a US$ 2,6 mil nos Estados Unidos, ainda é de apenas US$ 250 no Brasil, uma indicação de que há muito espaço para crescer.

Em seu site, o banco resume a situação brasileira. "Há uma década, o Brasil era ainda um mercado emergente arriscado para investimentos. Hoje, o País tem um sistema político e financeiro saudável. Com um endividamento relativamente baixo, renda em alta, melhores condições de acesso ao crédito e um aumento da demanda por hipotecas. Ao mesmo tempo, o Brasil enfrenta um déficit de habitações", explica o banco.

Na cesta de ações oferecidas pela instituição estão as empresas de shopping centers BR Malls, Iguatemi e Multiplan, as incorporadoras Eztec e Cyrela, além da Duratex e da Gerdau, ligadas ao setor de construção.

O investidor jamais verá o apartamento ou imóvel construído. Comprará em dólares, euros ou francos suíços a ação na Bovespa, na expectativa de que o valor dessas empresas cresça nos próximos anos. Para o banco, que se aliou a outros para montar a operação, trata-se de uma aposta de médio prazo.

"Cobiçado". Os bancos suíços não estão inventando a roda. Um recente levantamento feito pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, na sigla em inglês) mostrou que o Brasil é o segundo lugar mais cobiçado do mundo para investidores do setor de construção, abaixo apenas dos EUA, mas àcima da China. No Reino Unido, operadores da City de Londres confirmam que têm apontado a expansão do setor imobiliário brasileiro como fator para convencer investidores a aplicar dinheiro no Brasil.

Ainda nesta semana, os dois maiores fundos de pensão do Canadá anunciaram a compra de 49% das ações do Shopping Botafogo Praia, por US$ 80 milhões. Os fundos Ivanhoe Cambridge, de Quebec, e CPP Investment Board, de Toronto, têm ampliado os investimentos em imóveis pelo mundo. Para a CPP, porém, o mercado brasileiro tem se transformado em algo "particularmente atraente" diante do crescimento da economia e da expansão da classe média.

Para o fundo de pensão, o principal motivo do crescimento do setor no Brasil é a expansão da classe média, que deve ser ampliada em 30 milhões de pessoas nos próximos anos. Para Peter Ballon, chefe do fundo para as Americas, a ampliação seria equivalente à inclusão da população inteira do Canadá no mercado.

O Citibank é outro que sugere a seus investidores aplicações no mercado imobiliário brasileiro. O banco, em nota recente a investidores, alerta que aqueles com um perfil mais conservador deveriam manter as aplicações em "propriedades de alta qualidade nos distritos de negócios de cidades como Pequim. Londres, Munique, Nova York, Paris e Sydney". Mas, para aqueles que aceitam um risco maior, mercados com alta taxa de crescimento deveriam ser considerados. Entre eles, estaria o Brasil, com um retorno bem acima de mercados como Europa e EUA.

Fonte: O Estado de SP

quarta-feira, janeiro 18

Flatiron Building


A Flatiron Building foi construído entre 1901 e 1903, na intersecção da Broadway com a Quinta Avenida.

Naqueles tempos (e até hoje) estar perto do Madison Square, no final do Ladie´s Mile, um dos bairros mais importantes de Manhattan para compras na virada do século 19, era a receita certa para se tornar top of mind.

Não o mais alto

Projetado por Daniel Burnham, de Chicago, como um arranha-céu com estrutura de aço revestido de terracota,  o Flatiron, com 307 pés (93 metros), era um dos edifícios mais altos da cidade. Não foi - como é muitas vezes erradamente divulgado - o edifício mais alto do mundo ou mesmo o edifício mais alto de Nova Iorque. Esse título pertencia ao Edifício Park Row construído 4 anos antes, em 1899, com 119 metros de altura. Mas a forma singular e proeminente localização do Flatiron, logo fez dele um dos marcos mais famosos da cidade. O prédio é até hoje provavelmente o mais caracterizado em fotografias de cartões postais, do que qualquer outro edifício contemporâneo, ao ponto, de toda a área do entorno ser chamada de "Distrito do Flatiron" (Flatiron District)

Originalmente o Flatiron tinha um observatório no último andar, porém, outros mais altos logo assumiram essa função, como o famoso "Top of the Rock", no Rockefeller Center e o super famoso Empire State Building.

Batizado, apelidado e renomeado

O Flatiron foi erguido para ser a sede da empresa de construção Fuller. Inclusive o arranha-céu era para ser chamado Fuller Building. Porém devido a sua forma incomum, causada pela trama triangular, logo ganhou o apelido de "Flatiron", porque lembrava a forma triangular de um ferro de passar roupa. Na realidade o Flatiron é um triângulo retângulo, enquanto que um ferro de roupa é um triângulo isósceles, mas vamos deixar essa polêmica de lado, porque o fato é que o nome pegou oficialmente.
Diz a lenda que a Fuller Company então, entristecida com o fato de não ter uma sede com o seu nome, em 1929, construiu um outro Edifício em estilo Art Deco e, aí sim, o batizou com o sobrenome do seu fundador, Fuller Building.
Mas isso é uma outra história, que você pode ler aqui

Microsoft inaugura maior centro de tecnologia da América Latina em SP


Microsoft Technology Center 
A Microsoft inaugurou nesta terça-feira (17/1) em São Paulo, o segundo Microsoft Technology Center (MTC) da América Latina. O MTC permite a organizações, parceiros e clientes ter uma noção exata de como a tecnologia pode ser aplicada às suas necessidades e ainda mensurar o seu impacto real.

O investimento da empresa foi de US$ 10 milhões.

O MTC vai beneficiar, principalmente, as startups do país. No local, os futuros empresários têm a disposição computadores, equipe técnicas e até mesmo um espaço para visualizar, por meio de cenários personalizados, como o portfólio de soluções da Microsoft suporta e viabiliza as estratégias das organizações. Assim, os interessados podem simular problemas e estabelecer metas para as novas empresas. A utilização do MTC vai ser voltada para ONGs, estudantes e empreendedores que participam de projetos da Microsoft, como o BizSpark — programa de apoio as startups — e a Imagine Cup, a copa do mundo da computação.

Protocolo
Durante a apresentação do MTC, Microsoft assinou ainda um protocolo de intenções com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que prevê a criação de empresas voltadas para fomentar a inovação e o empreendedorismo de base tecnológica no Brasil. "O nosso compromisso de alavancas o desenvolvimento e a competitividade dos países em que atuamos está aliado à missão de criar tecnologias que mudem a vida das pessoas", disse Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil.

Fonte: EM On-line

terça-feira, janeiro 10

Brasil é o segundo melhor lugar do mundo para os investidores do mercado imobiliário


Subindo uma posição, o país ultrapassou a China em levantamento mundial. Antes em 26º lugar entre as cidades mais promissoras, São Paulo atingiu a 4ª (quarta) posição No ranking dos melhores países para se investir em imóveis, o Brasil ocupa a segunda posição neste ano (2012) – em 2011 o país estava em quarto lugar. Mas a maior surpresa para nós, brasileiros, ficou por conta da cidade de São Paulo, que subiu da 26ª colocação na mesma lista, para o cobiçado 4º lugar. A avaliação é da Associação de Investidores

Estrangeiros em Imóveis (Association of Foreign Investors in Real Estate, Afire), que lançou recentemente seu levantamento anual, com os principais lugares em que seus membros estão mais interessados em comprar imóveis. Os EUA ainda são o lugar favorito entre os investidores. A China, segunda na lista em 2011, cedeu seu lugar para o Brasil em 2012.

De acordo com a pesquisa, conduzida pela Wisconsin School of Business (EUA), os imóveis mais cobiçados neste ano estão nos seguintes países:

1. EUA (1º lugar há várias edições)
2. Brasil (4º lugar no ano passado)
3. China (2º lugar no ano passado)

As principais cidades no mundo para o investimento em 2012 são:

1. Nova York (1º lugar ano passado)
2. Londres (3º lugar no ano passado)
3. Washington, DC (2º lugar no ano passado)
4. São Paulo (26º lugar no ano passado)
5. São Francisco (10º lugar no ano passado) Brasil

 O destaque dado ao Brasil e à São Paulo é compreensível: o mercado interno brasileiro está crescendo incrivelmente. Empresas como a Caterpillar e a Deere estão investindo em operações de manufatura no país para crescer rapidamente no mercado de equipamentos de construção. A indiana Tata Motors, proprietária das marcas Jaguar e Land Rover, também estaria construindo uma fábrica por aqui com o objetivo de atender à demanda de automóveis e, provavelmente, para evitar mais impostos sobre os carros importados, já que o governo aumentou recentemente a tributação sobre este segmento. Ditto, Nissan Motors e possivelmente a Volkswagen também planejam fazer o mesmo.

Para reportagem da Forbes, a história maior por trás desses números é que os EUA estão levando uma surra por conta das dificuldades internas do Congresso (a dificuldade em aprovar o aumento do teto da dívida americana é um bom exemplo) e da lenta recuperação econômica. A Afire ressalta em sua pesquisa que os EUA continuam a ocupar a primeira posição em termos de potencial de valorização de imóveis, mas sua vantagem está diminuindo. A diferença que separa os países do primeiro e segundo lugar no ranking deste este ano é de 23,8 pontos percentuais, a menor desde 2008.

 Fonte: Época Negócios

segunda-feira, janeiro 9

Em Paris: arquitetura da Torre Eiffel

Desenhada pelo famoso arquiteto, Gustave Eiffel, a Torre Eiffel anunciou uma nova era na engenharia. Industrial e elegante, ela simbolizou uma era conhecida como a Belle Époque, onde beleza e inovação na arte e na arquitetura eram celebradas no século XIX.

Pairando a 324 metros sobre Paris, este triunfo inspirador de estilo tinha o intuito de sobreviver apenas como uma estrutura temporária. Durante o início de 1900, entretanto, a necessidade de comunicações sem fio salvou a Torre Eiffel de virar ferro velho. Durante 40 anos, ela reinou como a construção mais alta do mundo até que o prédio Chrysler em Nova York foi construído em 1929.

O desenho de Eiffel foi escolhido entre 700 propostas, em grande parte devido a sua reputação como uma autoridade européia em aerodinâmicas e o efeito do vento em estruturas altas de ferro.

Eiffel calculou que a sua torre de quatro colunas de curva de base iriam absorver os efeitos de curvatura do vento.

E sua visão de engenharia estava certa – até mesmo os ventos mais fortes nunca moveram a torre mais do que 115mm. Arquitetos do século XX seguiram vários princípios de Eiffel na construção de arranha-céus com estruturas de aço.

É impressionante saber que muitos parisienses na época temiam que a torre se parecesse mais com um objeto feio nos céus da cidade e hoje em dia é um dos pontos turísticos mais visitados e apreciados do mundo.

Fonte das informações: Discovery Channel