terça-feira, dezembro 20

Especialistas descartam a possibilidade de 'bolha' no mercado imobiliário nacional

Tema de constante debate, a possibilidade de formação de uma bolha no setor imobiliário nacional é descartada por especialistas, de acordo com matéria publicada nesta quinta-feira (15) pelo jornal "Brasil Econômico". O texto cita um a conclusão de um estudo realizado pela MB Associados para a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), segundo o qual o Brasil ainda estaria numa fase em que a demanda parece ser a razão da evolução dos preços no mercado imobiliário.

De acordo com os dados apresentados no estudo, a estabilidade econômica do país foi essencial para a evolução observada nos últimos seis anos na construção civil brasileira como um todo, especialmente o segmento da habitação, após cerca de 20 anos de estagnação que depreciou os preços no setor imobiliário. No ano de 2003, por exemplo, o Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil chegou a registrar retração de 5,5%. Em 2010, o foi de crescimento de 11,5%, e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) estima que o PIB do setor deve crescer 4,8% neste ano e em 2012.

"Hoje os preços do mercado imobiliário estão onde deveriam estar, não se trata de bolha. E como tendência vemos continuidade na alta, mas agora o ritmo de crescimento é outro, mais vegetativo", avalia o vice-presidente da Cbic, José Carlos Martins, ao afirmar que o aquecimento econômico e a melhora no crédito e na renda trouxeram oportunidades de recuperação de preços.

O presidente do sindicato da habitação do estado de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana, tem opinião semelhante. "São Paulo recuperou preços em relação aos anos 90 e hoje está no mesmo patamar de cidades como Toronto, Barcelona e Lisboa. Claro que temos exceções de preços fora da curva, como um apartamento na Vieira Souto, no Rio, mas na média o que houve foi recomposição de preços", diz Crestana.

Fonte: O dia

Jardins: quatro novos shoppings

Entorno da avenida Paulista deve concentrar expansão do comércio em São Paulo

A região da avenida Paulista deve ganhar quatro novos shoppings, segundo reportagem publicada pela Folha de S.Paulo neste domingo. A maior preocupação de moradores e especialistas em urbanismo é com o aumento dos congestionamentos na região.

O projeto mais ousado foi batizado de Torre Matarazzo. O empreendimento será construído no mesmo local que abrigou o casarão da família do industrial mais conhecido da cidade na primeira metade do século passado. Serão cinco pavimentos de shopping, torres de escritórios e 1.600 vagas de garagem.

Outro grande empreendimento será erguido no terreno que abrigava o antigo hospital Umberto Primo, a uma quadra da avenida Paulista, e incluirá hotéis de luxo, cinemas, teatro e lojas. O terceiro empreendimento será integrado ao hotel Fasano, na rua Oscar Freire, e terá 60 lojas. Outro projeto de uso misto é planejado para a mesma rua, mas os detalhes ainda não são conhecidos.

Fonte: Exame.com

segunda-feira, dezembro 19

Brasil já tem 406 empreendimentos com certificação Green Building

A construção civil em São Paulo pode se orgulhar. Em 2011 foram certificados 65% mais empreendimentos que em 2010, alcançando a marca de quase 9 milhões de m².

A MWLK, joint-venture entre e empresa de arquitetura Moema Wertheimer - http://www.mw.arq.br/ -  e a Lock Engenharia  - http://www.lock.com.br -  tornou possível que o escritório corporativo do laboratório Boehringer Ingelheim, conquistasse a primeira certificação LEED para interiores comerciais, na versão 3.0, no nível "Gold", do Brasil, com uma pontuação record de 76 - a maior já conquistada na categoria, no Brasil.

Veja a relação de empresas que estão tornando o futuro do Brasil e do planeta mais sustentável, clicando aqui







Agora pedimos que todos se engajem na campanha "One Degree Less", promovida pelo Green Building Council Brasil em prol da qualidade de vida em cidades de todo o Brasil.
Com o One Degree Less é possível diminuir a temperatura das ilhas de calor nos grandes centros urbanos em 1 grau. E o melhor: de uma maneira realmente simples. Isso significa mais conforto para todos que vivem nas cidades. E também mais economia de energia.

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sexta-feira, dezembro 16

Faria Lima: mais 452 mil m² liberados para novos prédios


A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quinta-feira (15), em segunda discussão, o projeto de lei 425/2011, do prefeito Gilberto Kassab (PSD), que autoriza a Prefeitura a emitir quase 500 mil Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs)* no âmbito da Operação Urbana Faria Lima, por 40 votos a favor e 11 contra. Pelo projeto aprovado, 452 mil metros quadrados poderão ser adquiridos por incorporadoras que quiserem construir novos empreendimentos em uma das regiões mais cobiçadas pelo mercado imobiliário.

“Sobraram metros quadrados na região, mas não tínhamos mais Cepacs para vender. O que for arrecadado agora será investido em melhorias dentro do próprio perímetro da operação”, argumentou o secretário municipal de Planejamento, Rubens Chammas, que espera fazer o leilão dos novos Cepacs ainda até o fim deste ano. “Não estamos criando metros a mais, apenas estamos criando mais Cepacs para vender o que já existe”, afirmou o secretário.

No último leilão da operação, em 25 de maio de 2010, cada Cepac foi comercializado por R$ 4 mil, valor considerado até baixo nos dias de hoje, pela demanda do mercado.

Os Cepacs aprovados visam o segmento residencial, que possuem disponibilidade de m² para construção. Para imóveis comerciais o estoque é quase nenhum - exceto no setor da Hélio Pelegrino, que ainda tem 116.723 m². Os preços dos imóveis corporativos, na região da Faria Lima, Pinheiros e Olimpíadas, portanto, continuarão em alta. Já os novos residenciais que serão lançados deverão ter uma estabilidade moderada.

Veja abaixo o quadro resumo, da Secretaria Municipal de Urbanismo, com a disponibilidade da Operação Consorciada Faria Lima, em 21/10/2011.

quinta-feira, dezembro 15

Investimento estrangeiro no Brasil é o maior em cinco anos

O investimento estrangeiro direto acumulado no Brasil se multiplicou por quatro em cinco anos, passando de US$ 162,8 bilhões em 2005 para US$ 660,5 bilhões em 2010, informou nesta quinta-feira o Banco Central, no detalhamento do Censo de Capitais Estrangeiros no país. Em termos percentuais, isso equivale a um crescimento de 306%.

Excluídos da conta os empréstimos internos entre matrizes e filiais de uma mesma empresa, o aumento dos investimentos foi de 256%. Esse cálculo foi computado pela primeira vez e chega a US$ 80,9 bilhões.

Por países, os maiores investidores no Brasil são os Estados Unidos, com acumulado de US$ 104,7 bilhões, Espanha, com US$ 85,3 bilhões, e Bélgica, com US$ 50,4 bilhões. Com relação aos setores, 16,9% do investimento estrangeiro se concentra nos bancos e serviços financeiros, com montante de US$ 98,1 bilhões.

O segundo setor foi o de bebidas, com US$ 52,2 bilhões (9%), seguido pelo petróleo, com US$ 49,4 bilhões (8,5%) e telecomunicações, com US$ 40,6 bilhões (7%). O Brasil vai registrar cerca de US$ 60 bilhões em investimentos estrangeiros diretos em 2011, apontam os cálculos mais recentes do Banco Central.

Fonte:

Uol Economia

sexta-feira, dezembro 9

São Paulo é a quinta maior no mercado corporativo

A consultoria Colliers International divulgou em abril uma pesquisa com a classificação das cidades de todo o mundo que mais constroem imóveis corporativos. Os dados foram coletados em 61 países e 154 mercados, considerando edifícios para as classes A ou A+ do mercado imobiliário empresarial.

quinta-feira, dezembro 8

Avenida Paulista 120 anos

Inaugurada no dia 8 de dezembro de 1891 por iniciativa do engenheiro Joaquim Eugênio de Lima, a Avenida foi um desejo da sociedade em expandir na cidade novas áreas residenciais que não estivessem localizadas imediatamente próximo das regiões da Praça da República, Higienópolis e Campos Elísios. Locais estes, à época, altamente valorizados e totalmente ocupados.

No final do século XIX, na região da Paulista não haviam residências de maior porte, apenas habitações populares, alguns casebres e até mesmo cocheiras. 

Vista para a Consolação em 1900, com as primeiras mansões já erguidas

Já no começo do século XX, São Paulo teve uma grande expansão imobiliária em terrenos de antigas fazendas e áreas devolutas, o que daria início a um período de grande crescimento. As novas ruas  surgiam rotineiramente na paisagem urbana, com projetos desenvolvidos por engenheiros renomados. Nas áreas mais próximas à avenida e a seu parque central (onde hoje existe o Masp) as glebas eram naturalmente mais caras.
Em 1909, frente ao desenvolvimento da região, Avenida Paulista foi a primeira via pública do Brasil,  asfaltada com  material importado da Alemanha, uma novidade até na Europa e nos Estados Unidos.

Outra vista do Paraíso, em 1927. Na época tentou-se mudar o nome
para Avenida Carlos de Campos, homenageando o ex-Governador do Estado que havia falecido,
mas a reação da sociedade fez com que a avenida voltasse a ter o nome com o qual foi criada 
Vista a partir do largo do Paraiso em 1928, atual Pça Oswaldo Cruz
Os lotes de terreno seguiram padrões urbanísticos inovadores para a época, com regras de implantação que, como conjunto, caracterizaram uma ruptura com os tecidos urbanos tradicionais da cidade. As novas moradias se nortearam pela arquitetura eclética, principalmente a norte-americana, onde os imóveis ficavam isolados no meio dos lotes nos quais se implantavam, tendo jardins em seu entorno, configurando um tecido urbano diferente do restante da cidade.  No restante da cidade, nos anos 20, a arquitetura neoclássica francesa era muito predominante e via de regua alinhava a fachada das edificações com a testada do terreno. Isso fez com que a Paulista possuísse uma amplidão espacial inédita na cidade, chamando a atenção para grandes empresários da época, que desejavam morar com conforto e exclusividade.

Foto aérea da região da Consolação de 1935. O prédio maior é o Colégio São Luís,
onde hoje se encontra o Edifício de mesmo nome. 
Infelizmente o perfil estritamente residencial permaneceu somente até meados da década de 1950, quando o desenvolvimento econômico da cidade levava os novos empreendimentos comerciais e de serviços para regiões afastadas do seu centro histórico. Durante as décadas de 60 e 70, seguindo as diretrizes das novas legislações de uso e ocupação do solo e com a valorização dos imóveis incentivada pela especulação imobiliária, começaram a surgir edifícios de escritórios com 30 andares em média. Foi durante esse período, que a Avenida passou por uma profunda mudança paisagística.

Os leitos destinados aos veículos foram alargados e criaram-se os atuais calçadões, caracterizados por um desenho branco e preto formado por mosaico português. Assim sucumbia-se definitivamente os amplos e maravilhosos jardins, em troca de espaço para carros e pedestres. O projeto de redesenho ficou a cargo do escritório da arquiteta-paisagista Rosa Grena Kliass, enquanto o projeto do novo mobiliário urbano da avenida foi assinado pelo escritório Ludovico & Martino.
Residência de Abrão Andraus, de 1896
Residência de Numa de Oliveira, 1930

Residência da família Weifszflog, de final do séc XIX

Vista da Paulista, esquina com Rua Bela Cintra

Residência de Josefa Gavião Peixoto, 1915

Residência da família Tomaselli, de 1904

Belvedere Trianon, onde hoje existe o Masp

Entrada do Belvedere Trianon, na Paulista, onde hoje existe o Masp

Residência de Amim Andraus

Residencia Horácio Sabino, de 1903





Fotos dos antigos casarões. Fonte http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=284780


quarta-feira, dezembro 7

Emprego e renda manterão setor imobiliário em alta

O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deverá crescer cerca de 4,8% em 2011 e 5,2% em 2012, de acordo com estimativa divulgada nesta terça-feira, 6, pelo Sinduscson-SP. O dado estimado para 2011 é uma revisão em relação ao índice de 5% que havia sido anunciado em setembro.

A entidade aponta, entre os fatores que sustentam o prognóstico, a elevação de 9,2% no nível de emprego no setor no acumulado do ano (de janeiro a setembro) ante o mesmo período do ano anterior.

Outro dado citado pela entidade é o crescimento de 7,8% no consumo de cimento no ano até o mês de novembro.

Segundo o vice-presidente de Economia do Sindicato, Eduardo Zaidan, houve um ajuste nas estimativas após a divulgação do PIB de 2009. "Trabalhávamos com a previsão de que a construção havia crescido 1% naquele ano, quando na verdade o setor cresceu
8,3%. Com isso, revimos nossa expectativa para os anos seguintes. Agora estimamos que a construção tenha crescido 15,2% em 2010, e neste ano deverá crescer 4,8% sobre essa base aumentada", explicou.

Fonte: Estadão | Economia e Negócios

segunda-feira, dezembro 5

Coutinho: infraestrutura receberá R$ 51 bilhões em 2011

O presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse hoje que os desembolsos do banco devem ficar próximos de R$ 140 bilhões em 2011. "Pode ser um pouco mais, um pouco menos, dependendo de vários fatores, como, por exemplo, alguma demora na liberação de uma licença ambiental", destacou. Coutinho afirmou ainda que, para 2012, os recursos que deverão ser liberados pela instituição podem ser um pouco maiores do que o deste ano. "Nós não temos uma meta de desembolsos. Contudo, os valores para o próximo ano podem ser um pouco superiores, mas de forma marginal". "Apesar da crise internacional, o sistema financeiro brasileiro está operando normalmente, com solidez, e deve continuar a financiar projetos também no próximo ano", disse.

Mesmo com o agravamento da crise na zona do euro, os investimentos de longo prazo no Brasil estão sendo mantidos em boa velocidade, diz o presidente do BNDES. Coutinho destacou que o País tem uma agenda de várias áreas estruturais, como petróleo, energia e telecomunicações, rodovias, portos e aeroportos. "Os desembolsos em infraestrutura do BNDES este ano devem ficar próximos a R$ 51 bilhões e crescer 10% em 2012", disse.

Crise na Europa

O presidente do BNDES avaliou ainda que "dificilmente a Europa escapará da recessão e do credit crunch (choque de crédito) em 2012". Segundo ele, o aperto abrupto do crédito dos bancos da zona do euro é o cenário mais provável para o próximo ano, a menos que os líderes dos países europeus decidam realizar movimentos "mais audaciosos" de expansão monetária. Mas isso "não parece estar nos planos das autoridades europeias".

Coutinho destacou que, apesar se serem incertos os desdobramentos da crise internacional sobre o Brasil, o credit crunch na Europa não deve afetar o sistema bancário do País. "Os bancos no Brasil não estão expostos a nenhum ativo problemático, inclusive relacionados a dívidas soberanas", destacou.
O presidente do BNDES ressaltou que os bancos brasileiros operam normalmente em vários segmentos de clientes, o que colabora para que o crédito ao consumo continue se expandindo. Coutinho participou hoje de evento na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

Fonte: Agencia Estado

Itaú BBA aluga prédio na Faria Lima

O edifício comercial Faria Lima 3.500 da Tishman Speyer foi alugado para o Itaú BBA. A instituição financeira alugou o prédio inteiro por dez anos. O empreendimento será erguido no modelo build-to-suit (construção sob medida) em terreno entre as avenidas Faria Lima e ruas Horácio Lafer e Lopes Neto, na zona sul de São Paulo.
O segmento é o que mais demanda áreas na Faria Lima, avenida com o metro quadrado de edifícios corporativos mais caro e com a menor taxa de vacância do mercado paulistano.
Os investimentos no Faria Lima 3.500 vão somar R$ 500 milhões, dos quais uma parte será financiada pelo Itaú. Os aportes abrangem a compra do terreno e o desenvolvimento do edifício. O terreno foi montado entre 2007 e 2009, por meio da aquisição de 34 casas, a maioria residenciais. Com previsão de entrega até o fim de 2013, o empreendimento terá 24 mil metros quadrados de área locável e 46 mil metros quadrados de área total. O tamanho das lajes vai variar de 4 mil metros quadrados a 5 mil metros quadrados.

terça-feira, novembro 29

Os mestres das obras

O Brasil vive uma situação inusitada em sua história recente no que se refere à infraestrutura. Estudo elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) indica que os investimentos nessa área deverão somar R$ 378 bilhões, no período 2011-2014. Boa parte dessa bolada continua a ser movimentada por companhias tradicionais do segmento, como as baianas Odebrecht e OAS, a mineira Andrade Gutierrez e a pernambucana Queiroz Galvão.

quarta-feira, novembro 23

Meios eletrônicos são usados para vender imóveis


Imobiliária de Sorocaba faz mais de 80% dos negócios por meio da internet e mídias sociais

O empresário Wilson Guedes, 44, sócio-diretor de uma empresa de comércio exterior, sempre optou pela internet na hora de pesquisar as melhores oportunidades de negócios no mercado imobiliário. Ele conta que já adquiriu alguns imóveis pela rede mundial de computadores. "Com a correria do dia a dia, apenas durante o final de semana é que consigo olhar as oportunidades de imóveis na rede", diz ele. Pensando nesse comportamento atual de consumo, uma imobiliária de Sorocaba desenvolveu uma nova opção da venda e locação de imóveis e terrenos via tablets e smartphones, como iPads e iPhones, além de por meio das mídias sociais, o Facebook e o Twitter.

"Estes canais proporcionam aos clientes conforto na hora da compra, segurança, praticidade e credibilidade. Por conta disso, atualmente, mais de 80% das vendas são feitas através dos meios eletrônicos", conta Alexandre Oliveira, diretor da AE Patrimônio. No portal da imobiliária, o interessado pode baixar aplicativos especiais, passando a receber as novidades, ofertas e oportunidades de negócio, direto no seu computador ou celular. Adicionalmente, se preferir, pode também encontrar as ofertas nas redes sociais.

No portal da imobiliária, conta ele, ainda há um canal de atendimento online com o corretor, em tempo real. Durante o chat com o corretor, o comprador pode solicitar informações e simular de linhas de crédito para financiamento imóvel. Se tiver qualquer dificuldade, pode acessar um tutorial em vídeo, planejado para apresentar todas as ferramentas disponíveis no portal. Imóveis 3.0.

Amadurecimento do mercado

A nova experiência assinala o amadurecimento do mercado virtual, que nasceu com a comercialização de bens de consumo mais simples, como livros, e se distancia do modelo tradicional de negócios praticado pelas imobiliárias fora dos escritórios. A oferta de fotos e informações básicas será substituída, com o portal, por uma base de dados completa e de atualização constante em situações de imóveis em obra. Segundo o economista e professor da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação (Esamc) Sorocaba, Alexandre Itria, a web já é considerada uma vantagem competitiva das empresas, o que se aplica também a setores antes não introduzidos no meio, como o imobiliário.

"Com a internet, o mercado de todas as empresas ampliou muito. Neste caso, uma pessoa que está pensando em se transferir para outra cidade pode fazer uma pesquisa à distância e até fechar negócio com o consultor online. Isto porque ela tem a seu alcance uma quantia relevante de informações", explica Itria.

Geolocalização

A Coelho da Fonseca também está entre as imobiliárias que usam a tecnologia para fomentar as vendas e se adaptar à nova modalidade de consumo. Produzido pela FingerTips, a imobiliária agora tem uma plataforma exclusiva para usuários do Ipad e Ipad 2, que facilitará ainda mais a vida dos clientes e dos corretores. Todo baseado em geolocalização, ele permite ao usuário encontrar o empreendimento que deseja, em poucos toques. Com a ajuda dos filtros de busca (imóveis usados, lançamentos, aluguéis, opção de tamanho, perfil) o aplicativo mapeia toda a região selecionada, e dessa forma o usuário consegue visualizar de modo abrangente e detalhado as diversas opções de imóveis que se aproximam da sua escolha.

Segundo Allan Fonseca, diretor de Canais e Inovação da Coelho da Fonseca, o diferencial do aplicativo é a sua interatividade peculiar. "O usuário recebe alertas dos imóveis disponíveis de acordo com as características que procura. O cliente faz a busca, seleciona o tipo do empreendimento que deseja e, quando um imóvel com o seu perfil selecionado está disponível, ele recebe um aviso pelo próprio aplicativo. Esse sistema é exclusivo no Brasil", diz o diretor.

O sistema ainda permite que o cliente simule um financiamento imobiliário, faça anotações e pontue os imóveis favoritos, além de registrar todo o seu histórico de navegação, contribuindo mais uma vez para que ele tenha toda a sua pesquisa em mãos, sem correr o risco de esquecer-se de algo, e podendo assim, comparar facilmente cada imóvel de seu interesse.

Fonte: Portal Cruzeiro do Sul

Belo Horizonte vai ganhar um hotel 5 estrelas, classe mundial.

Numa solenidade que contou com a presença do prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, do Secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais, Agostinho Patrus Filho, além de investidores de São Paulo, do economista e palestrante Carlos Alberto Sardenberg e do empresário Roberto Justus, foi realizado na última quarta-feira, 16 de novembro, o lançamento do Golden Tulip Belo Horizonte.

Sob a responsabilidade da Brazil Hospitality Group (BHG), uma das maiores redes hoteleiras do Brasil em parceria com as incorporadoras RFM, Pacific Realty e a construtora M.Roscoe, o Golden Tulip, a ser erguido em Belo Horizonte, MG, chega ao mercado para colocar de vez a capital mineira no cenário hoteleiro mundial, marcando época na capital mineira.
Márcio Botana Moraes, presidente da RFM, uma das incorporadoras do empreendimento justificou a escolha de Belo Horizonte para a realização do projeto que, segundo ele, é um dos principais polos brasileiro para o turismo de negócios. ´´A prefeitura e o governo do estado nos passaram a segurança e a confiança necessária para que trouxéssemos este grandioso empreendimento para a capital mineira´´, frisou, acrescentando ainda que novos milhões em investimentos na região já estão sendo estudados.

Para o Prefeito Márcio Lacerda, o empreendimento irá promover uma nova visão em relação à região do Boulevard. ´´O poder público vai com toda certeza apoiar sempre que necessário empreendimentos dessa natureza, o Golden Tulip Belo Horizonte é bem vindo para marcar com sucesso está nova fase de crescimento e desenvolvimento do município´´, disse.

O hotel contará com 405 apartamentos de luxo, com medidas de 40 metros quadrados, além de quatro suítes presidenciais e uma suíte real. Instalado em um dos maiores prédios de Minas Gerais, o empreendimento terá espaço para eventos totalizando 1.000 metros quadrados, além de um enorme centro de convenções anexo, salas de reuniões, restaurante de padrão internacional, com vista panorâmica, SPA com assinatura internacional, heliponto, completo fitness center e piscina e área de lazer também com vista panorâmica da capital. O projeto arquitetônico está aos cuidados do escritório Farkasvolgyi e o do arquiteto e decorador é João Armentano, um dos mais conceituados do Brasil.

O Golden Tulip Belo Horizonte chegará ao mercado com diversos atrativos para potenciais investidores. Além da valorização imobiliária prevista para os próximos anos, a rentabilidade do hotel está projetada para ser um fator de destaque, uma vez que o empreendimento contará com uma das maiores áreas de convenção em hotel do país.
A operação do Golden Tulip terá início no primeiro trimestre de 2013, quando o empreendimento já poderá oferecer leitos para todo o turismo de negócios que precederá os eventos esportivos que serão sediados na capital mineira, sendo o primeiro novo hotel em funcionamento em Belo Horizonte para a Copa do Mundo de 2014.

segunda-feira, novembro 21

Arquitetos renomados da Europa assinam obras no Brasil

Centro Cultural Complexo da Luz - São Paulo - Brasil
Com a crise, arquitetos estrangeiros premiados abrem escritórios no Brasil, onde vão construir museus e projetos de revitalização. Com a crise no velho continente, arquitetos de renome na Europa estão desembarcando no Brasil, onde assinam projetos de novos museus, complexos culturais, edifícios e revitalização de áreas degradadas. “Temos dois novos projetos importantes no Brasil, mas eles ainda são confidenciais”, afirma Fermín Vázquez, arquiteto de Barcelona, na Espanha, e fundador do escritório b720, que acaba de inaugurar um escritório na cidade São Paulo, na Avenida Paulista, seu segundo endereço no País. Vázquez não revela quais serão suas futuras obras no mercado brasileiro, mas a localização do novo escritório dá uma pista.
O primeiro projeto assinado pelo arquiteto catalão está sendo construído em Porto Alegre. Vázquez assina o projeto para revitalização do Cais Mauá, na capital gaúcha, no qual serão investidos R$ 450 milhões. As obras devem estar concluídas para a Copa do Mundo.O Brasil receberá nos próximos anos projetos assinados por famosos arquitetos europeus.
O escritório suíço Herzog & de Meuron, dos arquitetos Jacques Herzog e Pierre de Meuron, ganhadores do prêmio Pritzker de 2001, foi escolhido pelo governo de São Paulo para construir o Complexo Cultural – Teatro de Dança. O complexo, orçado em R$ 300 milhões, fica ao lado da Sala São Paulo, em uma região degrada do centro de São Paulo, e tem a pretensão de ser um dos maiores centros culturais da América Latina. Herzog e de Meuron colecionam obras importantes em seu currículo, como os estádios Ninho de Pássaro, em Pequim, e Allianz Arena, em Munique, e a Tate Modern, em Londres, projeto que recuperou uma abandonada estação de energia na capital inglesa e transformou-a em um museu de arte moderna.
Outro espanhol, Santiago Calatrava, foi contratado para projetar o Museu do Amanhã, na Praça Mauá, na zona portuária do Rio de Janeiro. O complexo, que deve ser inaugurado no primeiro semestre de 2014, está orçado em R$ 215 milhões e será financiado, em parte, pela Fundação Roberto Marinho e pelo Banco Santander.
Calatrava possui em seu portfólio projetos como o centro Ciutat de les Arts i les Ciències (Cidade das Artes e das Ciências), em Valência, na Espanha, que abriga, entre outras atrações, um planetário (L’Hemisfèric), o maior aquário oceanográfico da Europa (L’Oceanogràfic) e uma casa de ópera (El Palau de les Arts Reina Sofía). O arquiteto espanhol também projetou a Ponte della Costituzione (Ponte da Constituição), em Veneza, na Itália, e a Torre de telecomunicaciones de Montjuïc, em Barcelona.

Fonte: focando.com.br

sexta-feira, novembro 18

Prédio residencial em Milão vai abrigar uma floresta vertical


São duas torres de que hospedarão 730 árvores, além de 5 mil arbustos e 11 mil plantas florais



Dois prédios residenciais literalmente verdes estão sendo construídos em Milão, Itália. O Ed. Bosco Verticale (floresta vertical, em português) é um projeto de reflorestamento metropolitano que pretende contribuir com o desenvolvimento da biodiversidade no ambiente urbano. De acordo com reportagem do Daily Mail, são duas torres de 110 e 70 metros de altura que hospedarão 730 árvores, além de 5 mil arbustos e 11 mil plantas florais. Em um terreno plano, a área verde das torres seria equivalente a 10.000 metros quadrados de floresta.

quinta-feira, novembro 17

São Paulo recebeu mais de 13 mil conjuntos comerciais desde 2009

Se você busca uma nova sala comercial em São Paulo, provavelmente encontrará um espaço na zona sul da cidade. De janeiro de 2009 a setembro deste ano, a região recebeu 59,77% dos imóveis lançados na capital e 7.429 conjuntos - ou 54,6% do total -, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

Com sete lançamentos, a Vila Olímpia atraiu o maior número de empreendimentos no período. "Em termos de localização e definição de produto, estamos atuando muito forte nesta região", diz o gerente de novos negócios da incorporadora BNCorp, Danilo Camargo.
A empresa investe em edifícios com pequeno gabarito de altura em terrenos de aproximadamente 3 mil metros quadrados para a ocupação de apenas uma empresa. "Os projetos trazem um conceito de exclusividade e de arquitetura mais refinada que o usuário acaba reconhecendo o seu valor." O executivo vê também boas possibilidades para esses imóveis em áreas como Pinheiros e Vila Madalena.

No Brooklin, na zona sul da cidade, Camargo destaca a diversificação do perfil dos empreendimentos. Desde 2009, o bairro, com forte ocupação residencial, teve seis lançamentos e 769 novos conjuntos. "As áreas tendem se tornar autossustentáveis, e o comerciais darão suporte."
A zona oeste foi atraente para 18 novos empreendimentos e 3.159 salas desde janeiro de 2009 - duas vezes mais do que a zona norte, terceira região mais procurada pelas incorporadoras. Só em Pinheiros - alvo de investimentos públicos de infraestrutura, como a chegada da linha 4-Amarela do metrô - houve seis lançamentos e 630 conjuntos no período. Vendidos a R$ 10.307,73 o metro quadrado, os espaços comerciais têm em média 43,58 metros quadrados. Independentemente da zona, todos os especialistas concordam: o ponto do empreendimento é o diferencial para o sucesso ou o fracasso de um edifício comercial.

De acordo com o vice-presidente de Incorporação do Sindicato da Habiação (Secovi-SP), Ely Wertheim, a escolha de ruas movimentadas em bairros de grande população é, em geral, boa opção para novos edifícios. Os populosos Santo Amaro e Santana tiveram o maior número de salas lançadas em São Paulo desde janeiro de 2009. O bairro da zona sul foi o destino de 1.149 conjuntos; o da zona norte, de 1.071 novos espaços.

"Se o imóvel é bem localizado, ele terá demanda porque há carência por escritórios (nos prédios), explica Wertheim ." A falta de segurança das casas é, segundo ele, uma das razões para a procura de profissionais liberais por conjuntos nos edifícios.

Em busca de movimento, a incorporadora Even lançou o ARQ Moema, com cem salas na esquina das avenidas Rouxinol e Santo Amaro. Desde 2009, a empresa tem outros cinco empreendimentos em regiões como Jardins e Vila Mariana. "No mercado de salas, procuramos terrenos bem localizados. A demanda vai existir enquanto o País crescer", diz o diretor de Incorporação da Even, Ricardo Grimone.

Apenas a menor parte das 13.603 salas lançadas no período devem ser adquiridas por pequenas empresas e profissionais liberais. "Até dois anos atrás, 65% da venda eram destinadas a usuários finais. Hoje, isso mudou. Praticamente 70% dessas salas são compradas por investidores", diz a vice-presidente da consultoria imobiliária Colliers, Sandra Ralton.

Para Wertheim, a rentabilidade dos imóveis é o principal atrativo para os novos compradores: "A tendência é de queda de juros. Se a pessoa aplica dinheiro no banco, tem uma remuneração baixa. E ela pode fazer renda com uma sala". O sucesso dos investimentos, no entanto, não é garantido, segundo Sandra. "Um bom produto numa boa praça consegue ser vendido. Mas houve lançamentos em áreas mais alternativas. Pode haver uma superoferta de comerciais de salas", alerta.

Preços

De uma zona para outra, o preço do metro quadrado varia consideravelmente. Os conjunto no centro, por exemplo, custam em média 55% a mais do que as salas lançadas na zona leste. E o metro quadrado na Vila Mariana, avaliado em R$ 14,211,40, é mais do que o dobro do cobrado em regiões como o Jabaquara, também na zona sul. "Mas não haverá ajustes grandes. O preço vai acompanhar a economia", diz Wertheim.

Fonte: Estadão.com.br

Entre os imóveis alugados até outubro na cidade de São Paulo, 44% são escritórios e consultórios diversos.


O número de novos contratos de locação de imóveis comerciais na cidade de São Paulo cresceu 12% entre janeiro e outubro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2010. É o que aponta levantamento da Administradora Lello, destacando que a rentabilidade dos aluguéis comerciais para os proprietários varia de 0,7% a 1% do valor do imóvel, dependendo da localização, estado de conservação e relação entre oferta e procura, entre outros fatores.

Das novas unidades comerciais alugadas na capital paulista até outubro (2011), 44% foram salas e conjuntos comerciais destinados, na sua maioria, à instalação de consultórios médicos e odontológicos e escritórios de representação, advocacia e contabilidade.

Outros 21% foram casas comerciais para escritórios, clínicas de estética e cabeleireiros, e 18% se referiram a salões comerciais para diversas atividades, principalmente abertura de novas lanchonetes e bares. Ainda entre os imóveis comerciais locados, 10% foram de lojas de rua, com destaque para comércio de roupas e calçados, e 7% de galpões, destinados a indústria e comércio, a maioria na área de armazenagem e logística.

“Um terço de nossas locações são para fins comerciais, e este crescimento indica que o mercado continua bastante movimentado, representando uma ótima oportunidade de investimento para quem deseja complementar seus rendimentos com o aluguel”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis, e oferece dicas para quem deseja investir na compra de imóveis para locação comercial.

A diretora da Lello observa que o imóvel seja devidamente regularizado, com habite-se e planta aprovada. "É necessário avaliar a região e o bairro, seu zoneamento (se é possível alugar para fins comerciais), segurança, acessos, opções de transporte público e disponibilidade de serviços no entorno. É importante procurar uma assessoria especializada, que terá condições de avaliar a vocação e o potencial de rentabilidade do negócio", recomenda.

Fonte: Imovelweb

sexta-feira, novembro 11

Conceito "casa, shopping e escritório" vira tendência pelo País


Casa, trabalho, compras e lazer no mesmo endereço. Depois de experiências bem-sucedidas em Salvador, Campinas, Manaus e São Paulo, será inaugurado amanhã em São Caetano do Sul, no ABC paulista, mais um shopping dentro de condomínio. Seguindo uma tendência mundial, o centro de compras será rodeado por prédios residenciais, torres comerciais e áreas verdes. Na arquitetura, o modelo é chamado de uso misto ou "três em um". Conceitualmente, o projeto do novo shopping é semelhante ao do complexo que abriga o Cidade Jardim, na zona sul paulistana. Mas o novo espaço, com 300 mil metros quadrados, não será fechado por cancelas. Ocupado inicialmente só pelo conjunto de lojas, terá ruas abertas ao tráfego. Quando estiver totalmente pronto, estima-se que a ocupação seja 30% residencial e 70% comercial ou de serviços.

Já o cronograma do empreendimento, que nasce com a pretensão de se tornar um novo bairro da cidade, segue a linha adotada pelo mercado: primeiramente o shopping, depois os prédios. Segundo a superintendente do ParkShopping São Caetano, Beatriz Alves, essa ordem é respeitada porque o centro de compras sempre alavanca o desenvolvimento urbano do entorno. "O modelo cria uma sinergia muito boa. A praça de alimentação, por exemplo, será sempre um sucesso se estiver ao lado de uma torre comercial. Além disso, nas grandes cidades, essa tendência de oferecer vários serviços no mesmo espaço está relacionada à questão da segurança das pessoas e da fuga do trânsito. Para os shoppings, é fluxo constante garantido", afirma Beatriz.

O modelo de uso misto também é destaque em outras capitais. Ainda em construção, o Horto Bela Vista, em Salvador, terá, além de shopping, torres comerciais e residenciais, colégio, parque e hotel anexos. Em Manaus, um megaempreendimento no bairro de Ponta Negra, o mais luxuoso da cidade, segue a mesma linha de construção, com o privilégio de ter o Rio Negro como paisagem. Horário diferente. Em áreas com característica regional, a tendência do modelo é mais forte. O ParkShopping São Caetano foi projetado para atender não apenas a população da cidade, mas moradores da capital, de São Bernardo do Campo e de Santo André. Para não perder clientes, o horário de funcionamento será diferenciado: das 11 às 23 horas.

Em Campinas, o Galleria Shopping já conta com um conjunto comercial de seis edifícios, um condomínio de casas de alto padrão e, nos próximos anos, deve receber pelo menos quatro torres residenciais. Segundo o gerente-geral Ciro Neto, moradores contarão com acesso exclusivo ao centro de compras. "Ele será feito por um elevador exclusivo", diz. Valorização. Para Neto, o conceito três em um valoriza as construções. "Há apartamentos aqui cujo metro quadrado vale R$ 10 mil. A presença do shopping proporciona essa valorização", afirma. Por dia, o público flutuante do centro de compras gira em torno de 6 mil pessoas. "É vantagem para todo mundo.", completa.

Fonte: CTE
Foto: Brascan

quinta-feira, novembro 10

Cyrela sobe após apresentar lucro do trimestre superar previsões


Cyrela sobe após apresentar lucro do trimestre superar previsões
Ação da empresa sobe 2% após divulgação do lucro de R$ 146,8 milhões

As ações da Cyrela Brazil Realty SA Empreendimentos e Participações sobem mais de 2 por cento, após a construtora informar lucro líquido acima das projeções de analistas no terceiro trimestre. O ganho ficou em R$ 146,8 milhões, o que significou uma queda de 17 por cento em comparação ao lucro de R$ 176 milhões no mesmo período do ano passado, segundo comunicado enviado ontem à Comissão de Valores Mobiliários. O resultado superou a média das estimativas de seis analistas consultados pela Bloomberg, de um lucro líquido de R$ 129,2 milhões.

Às 13:05, os papéis da Cyrela subiam 2,5 por cento, para R$ 14,51. O Ibovespa subia 0,5 por cento no horário. No ano, os papéis da construtora caem 34 por cento, enquanto o principal indicador da bolsa brasileira perde 17 por cento.

“Em geral, os resultados foram bons”, disseram os analistas Guilherme Rocha, Daniel Gasparete e Vanessa Quiroga, do Credit Suisse SA CTVM, em relatório a clientes hoje. “A Cyrela continuou informando melhoras tanto em margens quando em estratégia, já que tem feito um bom trabalho em cortar custos operacionais ao mesmo tempo em que tem elevado suas participações em projetos construídos por ela.”

A empresa disse que espera fechar o ano com desempenho operacional próximo à faixa inferior das projeções feitas para lançamentos e vendas contratadas. Os resultados da Cyrela foram considerados “muito fortes” pelos analistas Flavio Queiroz e Fabiola Gama, do Banco Santander Brasil SA, segundo relatório enviado hoje a clientes.

Fonte: Exame